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Resenha do livro: POSTMAN, Neil. O Desaparecimento da Infância.

Resenha do livro: POSTMAN, Neil. O Desaparecimento da Infância. Tradução: Suzana Menescal de A. Carvalho e José Laurenio de Melo. Rio d...

Resenha do livro: POSTMAN, Neil. O Desaparecimento da Infância.



Resenha do livro: POSTMAN, Neil. O Desaparecimento da Infância. Tradução: Suzana Menescal de A. Carvalho e José Laurenio de Melo. Rio de Janeiro: Grafhia Editorial, 1999. Resenhada por Danúbia Rocha ∗∗∗ 

O DESAPARECIMENTO DA INFÂNCIA
THE DISAPPEARANCE OF THE CHILDHOOD

Nesta obra podemos observar o conceito de infância em cada contexto histórico. Nos mostra questões sobre a influência da mídia e a "volta" do fenômeno da "adultização" das crianças. Onde começa e onde termina a infância? São questionamentos levantados pelo autor.

            Podemos falar da criança na Antiguidade Greco-romana onde se desenvolveu uma ideia de educação próxima à que conhecemos hoje. Neste momento histórico viam a criança como um ser diferente do adulto, havia a preocupação em preparar sua formação para a vida adulta e em não falar “coisas impróprias” a elas. Somente as crianças de famílias ricas eram inseridas neste sistema educacional. Nesta época, surgiram primeiras diferenciações de comportmento, mais adequadas às crianças, ou seja, restrições do que falar e como proceder na presença delas, indicando a existência do sentimento de vergonha.
            Este olhar se perde na Idade Média com as guerras, com a proibição da leitura de obras consideradas profanas, mas "necessidades" da sociedade medieval fazem da criança uma miniatura do adulto. As meninas bem pequenas já se casavam ou mantinham relações sexuais com adultos. Elas presenciavam o sexo entre os adultos e participavam algumas vezes. Não existiam livros e nem orientações sobre como criar os filhos. Só no século 16 surgiram os primeiros livros dirigidos às mães e à pediatria. Segundo o autor a construção social da infância demorou duzentos anos para se firmar como um valor socialmente compartilhado. Esta visão só foi modificada na Idade moderna, devido aos avanços no conhecimento sobre o ser humano, com a psicologia e psiquiatria os adultos mudaram o comportamento relacionado ao sexo, exercendo o autocontrole da pulsão sexual na presença das crianças. 

            Entrelaçada com estas mudanças, o autor nos trás uma reflexão sobre os limites temporais da infância: Onde começa e onde termina a infância? Para Rousseau, um filósofo dedicado ao tema da educação, o desenvolvimento do hábito da leitura, que se consegue por volta dos sete anos, significa o fim da infância e o ingresso na idade adulta. Para a Igreja Católica, o marco dos sete anos vale como a idade da razão, o saber discernir entre o certo e errado, ou a virtude e o pecado. O Estado brasileiro também utilizou a idade dos sete anos para o ingresso no sistema

            Além da idade, o que mais diferencia a criança do adulto? Isto para o autor não se resume apenas em conhecer o sexo, a violência ou a maldade. Isto é uma formação também cultural, pois a infância é uma produção cultural e histórica passível de variações pelo mundo. O que vai guiar este processo é o ritmo dos avanços tecnológicos, comunicativos, que no mundo globalizado, podem abalar as estruturas causando mudanças rápidas nestes conceitos. Ou seja, à medida que nós consumimos livros, jornais, rádio e televisão (a Internet não entrou nas referências do autor), estamos nos adequando às possibilidades dadas pela comunicação e, simultaneamente, transformando a nossa consciência e assim modificando o conceito de infância. Ao longo da história humana os avanços tecnológicos impulsionaram também as mudanças nas ideologias comportamentais e sociais. Contudo, mudanças que ocorreram na formação das famílias em todo o século XX, o feminismo e a mulher no mercado de trabalho vêm assinalando uma crise da família “conjugal”, tradicionalmente formada por um homem e uma mulher casados e pertencentes há uma sociedade. Hoje mais do que nunca, este formato vem perdendo força e entrando em crise, passando por dificuldades, inclusive nas esferas  financeiras, morais e afetivas, o que resultou  em mais horas de trabalho dos pais, que se ausentam por longos períodos. Nesta rotineira  falta de supervisão e atenção estão  deixando este importante papel exclusivamente para a escola. Os pais hoje são provedores de bens materiais, mas dificilmente tiram um minuto de seu tempo para dialogar e conhecer seu filho. Assim, uma nova perspectiva de relações entre adultos e crianças começou a se delinear com o alargamento dos meios de comunicação de massa.
            A escola se mantém, porém perde espaço para a linguagem alternativa, que é mais sedutora:  A TV e da Internet.Tudo que antes fora proibido, se torna permitido novamente, como na idade média não havia preocupação especial em relação ao desenvolvimento da criança, que eram expostas à situações de abuso e sexo explicito, hoje as crianças assistem na TV nos comerciais a cenas de sexo e violência explícitas.
            Estaríamos regredindo? Existe um forte movimento de adultização das crianças que fazem sexo mais cedo e engravidam, principalmente no ocidente.
            Segundo o autor há um movimento duplo de inversão: As crianças se tornam adultas precocemente e quando adultas tentam recuperar o tempo perdido, sendo adultos inseguros e carentes.
            Há uma questão muito importante:
            Que espécie de seres humanos desejamos ter em nossa sociedade amanhã? O que podemos fazer para colaborar com este processo, deixando nossas crianças viverem a infância? E para você o que vem a ser a infância? Vale a reflexão.

Danúbia Rocha é estudante do curso de Pedagogia no Instituto Metodista Izabela Hendrix em Belo Horizonte.





BRINCAR NÃO É BRINCADEIRA!




Brincar ... nos preocupamos com tantas coisas que permeiam o universo complexo do desenvolvimento humano, e muitas vezes banalizamos uma das ferramentas pedagógicas mais antigas e eficazes da história da humanidade: O Brincar.
Ao ler uma reportagem no site do Estadão, pude constatar o que já é nítido em nossa sociedade: Nossas crianças estão brincando cada vez menos, e cada vez mais dependentes dos adultos. O que vem a ser sinônimo de consultórios psiquiátricos cheios e de muito trabalho para os terapeutas.
Desde os tempos mais longínquos, o ser humano interage com o meio e com os seres vivos aprendendo e evoluindo. A humanidade brincava muito antes de aprender a escrever, e que jogos como cinco-marias já eram conhecidos na Pré-História. "Desde que existem crianças, existem brinquedos", diz Cristina Von, autora de A História dos Brinquedos (Ed. Alegro). "Brincar é parte essencial da formação do ser humano." Na atividade lúdica, a criança descobre o corpo, aprende a se socializar, a resolver problemas, a imaginar. As brincadeiras de antigamente não são muito diferentes das atuais. "Fiquei surpresa ao perceber que as coisas mudaram tão pouco", afirma a escritora e pesquisadora Deborah Jaffé, integrante do comitê do museu da infância Victoria & Albert, de Londres.

Abaixo algumas curiosidades sobre os brinquedos na história:

Assoprar, pular e jogar:
Cinco-marias, nécara, jogo-do-osso. Três nomes diferentes para a mesma brincadeira pré-histórica: lançar uma peça para o alto e, antes que ela atinja o chão, pegar outra. Na Antiguidade, os nobres usavam pepitas de ouro, pedras preciosas, marfim ou âmbar. Já a amarelinha evoluiu do jogo-dos-odres, praticado em Roma. Os participantes saltavam com um pé só sobre sacos feitos com pele de bode, untados com azeite. Nessa época, canudos de palha eram usados para assoprar bolinhas-de-sabão. A prática foi popular na França no século 17, onde recebeu o nome de bouteilles, por causa da garrafa que guardava uma mistura de água, sabão e açúcar.

Querida dona redonda:
Um dos brinquedos preferidos de todos os tempos, a bola era feita de bambu, no Japão, e de crinas de animais, na China, 6 500 anos atrás. Romanos e gregos faziam as suas de bexiga de boi, couro ou penas. A bola de futebol chegou ao Brasil com o jogo, em 1894. O brasileiro Joaquim Simão fez a primeira na cor branca.

Pequenas moças:
Estatuetas de barro são fabricadas desde a Pré-História. Mas foi no Egito, há 5 mil anos, que as bonecas deixaram de ser ídolos religiosos para se tornarem brinquedos. Na Grécia e em Roma, algumas tinham cabelo de verdade. Esta, de madeira, é europeia (1680). As casinhas de boneca foram criadas em 1558, na Alemanha.

O ursinho do presidente:
Os bichos de pelúcia existem desde o século 19. O mais famoso é o teddy-bear, o ursinho. Durante uma caçada, em 1902, o presidente americano Theodore Roosevelt se recusou a abater um urso ferido por outro participante. Disse que seria uma atitude antiesportiva. A história virou cartum num jornal popular e inspirou Morris Michtom a criar um brinquedo novo: "o urso de Teddy", o apelido de Roosevelt.

Podemos observar que a história dos brinquedos se confunde com a história da humanidade. É de extrema importância o ato de brincar no desenvolvimento emocional, cognitivo e motor da criança. A socialização também é um fato muito relevante.
Hoje, as crianças quando brincam, brincam pouco. A "falta" de tempo para os filhos ainda é e ainda será uma das principais causas da carência e insegurança presentes nos adolescentes, homens e mulheres que chegarão aos consultórios. É cômodo deixar as coisas como estão, falo isto por ser mãe, mulher que trabalha e estuda como a maioria, mas o preço a se pagar por uma geração de jovens "perdidos" é muito alto. Há uma necessidade urgente em começar a modificar os nossos hábitos. Não é retroceder, mas tentar adaptar sim, nossa rotina para melhor educar os pequenos. Se você só tem uma hora para brincar com seu filho que esta hora seja somente para ele, com qualidade. A criança precisa saber que é amada, que é especial. Não é somente de brinquedos novos e bens materiais que as crianças precisam, elas querem sua companhia, ser ouvidas. A afetividade e o vínculo familiar é estabelecido nos momentos de interação com a criança. Estudiosos criticam o papel avassalador das mídias principalmente a TV, por influenciar as crianças a uma erotização precoce, consumismo exacerbado e a maus hábitos alimentares, estou de acordo, mas não podemos nos esquecer que todo este aprendizado precisa ser introduzido bem cedo, não só na escola, e sim em casa, a escola tem o papel de reforçar estes conceitos. Se você mostrar ao seu filho o que é bom, certamente ele será menos bombardeado pela mídia e pela Indústria. É tudo uma questão de reeducação. Reeducar primeiramente a nós para que possamos promover um crescimento integral de nossas crianças. Vamos buscar alternativas, existem muitas coisas legais para se fazer em sua cidade, que ir ao Shopping, a um Fastfood. Se possível ar livre, brincadeiras que incentivem o grupo, a interação. Existem programas culturais e oficinas de confecção de brinquedos, bibliotecas e brinquedotecas. Sair da rotina ajuda muito. Uma aula de culinária em casa mesmo já é muito animada, eu já os levei para a cozinha para fazermos comidinhas.... é diversão na certa.
Mas se falta ainda inspiração, o MEC desenvolveu um projeto muito interessante chamado:  “Brincar Para Todos. É uma cartilha onde pais e professores podem encontrar sugestões de atividades lúdicas para se desenvolver com as crianças. O Link para baixar o arquivo é:http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/brincartodos.pdf

Vamos brincar?


Danúbia Rocha

Fontes:http://guiadoestudante.abril.com.br/aventuras-historia/confira-evolucao-jogos-brincadeiras-ao-longo-historia-685922.shtml

http://www.estadao.com.br/noticias/geral,criancas-brincam-menos-e-ficam-dependentes-dos-adultos-e-da-tecnologia-imp-,666833

Mutismo seletivo é um transtorno que acomete crianças



O mutismo seletivo é um transtorno que acomete crianças de todas as idades,  caracteriza-se por uma incapacidade da criança em falar em alguns locais (escola, festas, rua), em algumas situações e com algumas pessoas, inclusive da própria família. Essas crianças compreendem a linguagem e são capazes de falar com toda normalidade em lugares onde se sentem seguros e confortáveis, como exemplo, em casa e com pessoas de seu círculo mais íntimo, tais como, pais e irmãos.  O fato de não falar em determinadas situações não significa que estão querendo chamar atenção ou controlar o ambiente, mas sim em demonstrar o grau de ansiedade e vergonha que sofrem, e essas emoções as inibe de falar e expressar seu comportamento não-verbal. Normalmente, elas apresentam dificuldade em olhar nos olhos, dificuldade em sorrir, de se expressar em público, de ir ao banheiro, em comer na escola. A percepção dessas crianças é que estão sendo observadas constantemente, por isso, seus movimentos ficam paralisados como estátua cada vez que elas se sentem avaliadas. Embora seja considerado um transtorno raro, sendo encontrada em menos de 1% dos indivíduos vistos em contextos de saúde mental, observamos no contexto clínico, uma incidência cada vez maior no Brasil.
As causas da doença podem ser encontradas em três pilares: (1) herança genética, a maioria das crianças que sofrem do mutismo apresentam uma predisposição genética a experimentar sintomas de ansiedade que é exacerbada por condições estressantes ou hostis; (2) traços de temperamento, como: vergonha, timidez, preocupações excessivas, evitação social,  medo, apego e negativismo e (3) interações familiares, existe um consenso de que o mutismo é mantido na presença de características  familiares, tais como: relação simbiótica, dependente e controladora entre mãe e filho, mães deprimidas e passivas.
As crianças que são acometidas pelo mutismo possuem uma inteligência preservada, normalmente, acima da média para a idade. Geralmente, o transtorno surge antes da idade de cinco anos (fase pré-escolar) e o grau de persistência varia de poucos à muitos anos e quando não tratados podem desenvolver na adolescência uma fobia social grave. As pesquisas indicam que a doença pode desaparecer espontaneamente, mas em geral, quando não tratada se torna crônica e altamente resistente a qualquer tipo de tratamento.  Por falar em tratamento, a terapia mais indicada para o tratamento do mutismo é a cognitivo-comportamental, pois combina técnicas que vão auxiliar a criança a manifestar a fala e desenvolver habilidades sociais importantes nessa fase da vida. O tratamento precisa envolver a família da criança, a escola que ele estuda e o próprio paciente.
Abaixo, estão algumas estratégias para os PAIS que possuem um filho com o transtorno:
Ø  A criança não deve ser forçada a falar;
  • Os pais devem elaborar inicialmente formas alternativas de comunicação através de símbolos, gestos ou cartões;
Ø  Não devem permitir que outras pessoas respondam pelo filho(a);
Ø  Solicitar gradualmente a exposição oral da criança;
Ø  Reforçar a criança todas as vezes que houver um aumento no comportamento verbal da criança. O tipo de reforço precisa ser de preferência da criança (elogios, abraços, doces preferidos…);
Ø  Encorajá-las sempre que possível, fazer pequenas solicitações ou cumprimentos a pessoas estranhas. Ex. ir comprar pão, comprar jornal…;
Ø  Evitar que seu filho seja o centro das atenções;
Ø  Identificar a compatibilidade com algum amigo para jogar e brincar com a criança algumas vezes dentro e fora de casa;
Ø  Utilizar a dessensibilização sistemática. Por exemplo, usar um reforço quando a criança sussurrar uma palavra e gradualmente aumentar a exposição até a criança dizer uma palavra em volume normal para algum estranho;
Ø  Planejar passeios em família fora de casa.
Algumas estratégias devem ser usadas pelo PROFESSOR para auxiliar o tratamento, incluem:
Ø  Permitir que a criança se comunique não-verbalmente no início, para depois utilizar a comunicação oral;
Ø  Não permitir que outros amigos respondam pelo aluno;
Ø  Solicitar gradualmente a exposição oral da criança;
Ø  Se possível colocar as mesas em forma de grupos;
Ø  Reforçar positivamente interações sociais faladas ou não;
  • O tipo de reforço precisa ser  significativo para a criança (elogios escritos, verbal…)
Ø  Reforçar qualquer tentativa de enfrentamento de situações interpessoais e ir ampliando progressivamente as exigências;
Ø  Encorajá-las sempre que possível, fazer pequenas solicitações ou cumprimentos a pessoas estranhas. Ex. pegar ou entregar material fora de sala.
Ø  Os professores devem sempre que possível tentar iniciar conversas fora da presença de outros alunos, devem tentar também, não colocar a criança como sendo o centro das atenções, pois isso aumenta a ansiedade da criança;
Ø  Não estabelecer comparações com outros companheiros;
Ø  Não permitir que os demais colegas o insultem, intimidem ou riem dele(a);
Ø  Estimular e envolver os colegas para que o ajudem e para que participem nas sessões de intervenção.
  • O aluno não deve ter métodos de avaliação diferente da turma
FONTE: http://pedagogiaaopedaletra.com/

O teatro de sombras, é uma arte muito antiga, saiba mais sobre ela.





teatro de sombras, é uma arte muito antiga de contar histórias e de entretenimento que usa bonecos de sombra para criar imagens mantidas entre uma fonte de luz e uma tela translúcida ou tecido. As imagens produzidas pelos bonecos podem ter diversas cores e outros tipos de detalhes. Muitos efeitos podem ser alcançados através da movimentação tanto dos bonecos quanto da fonte de luz. Um marionetista talentoso pode fazer as figuras parecerem andar, dançar, lutar, acenar com a cabeça e rir.
O teatro de sombras é popular em várias culturas; atualmente essa arte é praticada por grupos de mais de 20 países. O teatro das sombras é uma velha tradição e tem uma longa história no Sudeste da Ásia; especialmente na Indonésia, Malásia, Tailândia e Camboja. É também considerada uma arte antiga em outras partes da Ásia como na China, Índia e Nepal. É também conhecida no Ocidente, da Turquia, Grécia até a França. É uma forma popular de entretenimento tanto para crianças quanto para adultos em muitos países ao redor do mundo.
Existe uma lenda chinesa a respeito da origem do teatro de sombras. O teatro de sombras foi bem conhecido Também no Brasil * No ano de 121, o imperador Wu'Ti da dinastia Han, desesperado com a morte de sua bailarina favorita, teria ordenado ao mago da corte que a trouxesse de volta ao "Reino das Sombras", caso contrário ele seria decapitado.
O mago usou a sua imaginação e, com uma pele de peixe macia e transparente, confeccionou a silhueta de uma bailarina. Depois, ordenou que, no jardim do palácio, fosse armada uma cortina branca contra a luz do sol, de modo que deixasse transparecer a luz.
No dia da apresentação o imperador e sua corte se reuniram no jardim do palácio. O mago fez surgir, ao som de uma flauta, a sombra de uma bailarina movimentando-se com leveza e graciosidade. Neste momento teria surgido o teatro de sombras.

Para fazer você mesmo:


O que caracteriza a deficiência visual?





O que caracteriza a deficiência visual?

* Baixa visão: 
A definição é complexa devido a variedade e intensidade de comprometimento das funções visuais. Essas funções englobam desde a simples percepção de luz até a redução da acuidade e do campo visual que interferem ou limitam a execução de tarefas e o desempenho geral. (MEC) 

* Cegueira:
É a ausência total de visão. 

Para a realização da escrita ou leitura em braille, é necessário que a criança conheça convenções, assimile conceitos gerais e específicos, desenvolva habilidades e destreza táteis.
O tato, a destreza tátil e a coordenação bi manual precisam estar bem desenvolvidos, pois tanto a técnica da leitura quanto a escrita das letras dependem de movimentos sincronizados das mãos e da percepção tátil de diferenças, bem sutis.

As crianças cegas devem ser estimuladas desde cedo no que diz respeito à exploração do sistema háptico (o tato ativo ou em movimento) através de atividades lúdicas, do brinquedo e de brincadeiras. Elas devem desenvolver um conjunto de habilidades táteis e de conceitos básicos que tem a ver com o corpo em movimento, com orientação espacial, coordenação motora, sentido de direção etc. Tudo isto é importante para qualquer criança.

John Bramblitt, pintor cego que encanta com suas maravilhosas obras de arte

  • Quais são as habilidades que devemos desenvolver em alunos com Deficiência visual?


Esses alunos devem desenvolver a formação de hábitos e de postura, destreza tátil, o sentido de orientação, o reconhecimento de desenhos, gráficos e maquetes em relevo dentre outras habilidades. As estratégias e as situações de aprendizagem devem valorizar o comportamento exploratório, a estimulação dos sentidos remanescentes, a iniciativa e a participação ativa. 

 Como trabalhar cores com alunos cegos? 

As cores devem ser apresentadas aos alunos cegos por meio de associações e representações que possibilitem compreender e aplicar adequadamente o vocabulário e o conceito de cores na fala, na escrita, no contexto da escola e da vida. Assim, as cores podem ser associadas aos elementos da natureza, aos aromas, às notas musicais e a outras simbologias presentes na experiência dos alunos. Atividades escolares que se baseiam na visualização de cores podem ser adaptadas por meio da utilização de texturas, de equivalências, de convenções ou de outros recursos não visuais. 


  • Como trabalhar produção de textos com alunos cegos? 
  • Esses alunos são potencialmente capazes de compreender, interpretar e estabelecer relações. Estão habituados a exercitar predominantemente a escuta e a fala que costumam ser mais encorajadas do que o exercício da escrita. A produção de texto contribui para a estruturação da linguagem e do pensamento, além de despertar a imaginação e a criatividade. Esta é uma situação de aprendizagem muito rica que possibilita o contato e a interação com diversos códigos de expressão oral e escrita. É uma boa oportunidade para a observação e a compreensão de algumas peculiaridades e cuidados relativos à grafia braille, à leitura tátil, aos tipos ampliados, aos meios informáticos, entre outros. 



Qual é o sentido mais aguçado nas pessoas cegas?
  • As pessoas cegas que lêem muito por meio do sistema braille ou que executam trabalhos manuais tendem a desenvolver maior refinamento do tato. Quem se dedica à música, à afinação de instrumentos ou à discriminação de sons aguça a capacidade de discriminação auditiva. A degustação e a depuração de aromas ativam mais o paladar e o olfato. Portanto, são aguçados os sentidos mais presentes no processamento de informações, na exploração do ambiente, no exercício constante de orientação e mobilidade, na realização de atividades de vida diária, na formação de competências e no desenvolvimento de habilidades gerais ou específicas. 


  • Como uma pessoa cega identifica e escolhe as suas roupas? 
  • Algumas pessoas utilizam etiquetas de identificação, enquanto outras separam lotes de roupas da mesma cor ou preferem usar apenas cores neutras. A combinação das peças do vestuário e dos acessórios se dará pelo reconhecimento dos diferentes modelos e texturas, formatos, detalhes e outras referências. A conjugação das roupas, a distinção de cores, a organização geral têm a ver com os esquemas e as estratégias individuais. A identificação do vestuário, as preferências e as escolhas são fruto da elaboração de conceitos, do conhecimento e reconhecimento de padrões ou modalidades estéticas, do desenvolvimento de habilidades táteis, de critérios de organização e de funcionalidade. Enfim, a composição do figurino dependerá do estilo de vida e das experiências do sujeito. 

  •  Acreditamos que as expectativas e os investimentos dos educadores devem ser os mesmos em relação a todos os educandos. Os alunos cegos e com baixa visão têm as mesmas potencialidades que os outros, pois a deficiência visual não limita a capacidade de aprender. As estratégias de aprendizagem, os procedimentos, os meios de acesso ao conhecimento e à informação, bem como os instrumentos de avaliação, devem ser adequados às condições visuais destes educandos. Neste sentido, procuramos compartilhar nossos achados, indicar rumos, elucidar algumas questões, provocar novas indagações e acenar para algumas práticas possíveis em um contexto ao mesmo tempo real e idealizado. Assim, esperamos colaborar com aqueles que desejam contribuir para a concretização de uma escola para todos na perspectiva de uma sociedade justa e igualitária.

Inclusão na escola: Materiais auxiliares na prática pedagógica de deficientes visuais

A princípio deve-se observar os aspectos físicos e da disposição do mobiliário da instituição, caso não esteja de acordo com a legislação vigente, deverá adaptar se em tempo  hábil estipulado pela mesma, bem como:


 Fixar etiquetas em Braille nos objetos;
 As portas devem ficar completamente abertas ou fechadas;
 O mobiliário deve estar estável;
 Reservar um espaço da sala de aula com mobiliário adequado;
 Seleção do material pedagógico (livro em Braille, recursos tecnológicos e outros conforme temas em estudo)
 Seleção de programas leitores de tela com síntese de voz;
 Aplicativos operados por meio do teclado que dispensam o uso de mouse;
 Adaptar materiais esportivos, como bola com chocalho;
 Utilizar livros de história com ilustrações em Braille;
 Selecionar vários objetos para a manipulação e exploração;
 Oferecer capacitação para os docentes.





EQUIPAMENTOS:

 Para suavizar a circunstância da escola e a própria exclusão do aluno, sugerimos a aquisição de recursos tecnológicos que ampliam a comunicação entre o aluno e os docentes. Além da capacitação de pessoas para o uso deles.
BRAILLE – alfabeto convencional cujos caracteres se indicam por pontos em relevo, o deficiente visual distingue pelo tato. Apenas com seis pontos é possível fazer 63 combinações que podem representar letras simples e acentuadas, pontuações, algarismo, sinais algébricos e notas musicais.
  IMPRESSORAS EM BRAILLE – São impressoras especiais de computadores pessoais comuns que produzem material em Braille. É possível imprimir em Braille praticamente todo o arquivo, mesmo contendo figuras, embora o seu custo muito restritivo.


 SOROBAN – é um dispositivo usado para ensinar matemática para os deficientes visuais
O soroban, aparelho de cálculos usado há muitos anos no Japão, pode ser considerado uma máquina de calcular de grande rapidez, permitindo registros e operações de forma mais simples. Com ele os alunos aprendem concretamente os fundamentos da matemática, as quatro operações, as ordens decimais e seus valores, e até cálculos mais complexos.


DOSVOX – é um sistema computacional criado a partir da necessidade de inclusão do aluno Marcelo Pimentel, deficiente visual, estudante da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), sob a supervisão do professor Antonio Borges, no ano de 1.993. Ele possui um conjunto de ferramentas e aplicativos além de agenda, chat e jogos interativos.
 Pode ser obtido gratuitamente por meio de download do site: http://intervox.nce.ufrj.br/dosvox .
VIRTUAL VISION – é um software brasileiro desenvolvido pela Micropower, em São Paulo concebido para operar com utilitários e as ferramentas do ambiente Windows. É distribuído gratuitamente pela Fundação Bradesco e Banco Real para usuários cegos. Para outros fins é comercializado. Site para maiores informações: http:/www.micropower.com.br
 JAWS - software desenvolvido nos Estados Unidos e mundialmente conhecido como leitor de tela mais completo e avançado. Ele é composto por diversos recursos e ferramentas com tradução para diversos idiomas. O Brasil ainda não tem subsídio para distribuição sem ônus para seus usuários desse sistema, sendo um dos leitores de telas atual mais caro. 
Acesse: http:/www.lerparaver.com ou http:/www.lamara.org.br para maiores informações.
 SINTETIZADOR DE VOZ - um sistema informático de produção artificial de voz humana utilizado para este propósito que pode ser implementado em software ou hardware . Um sistema texto- voz (ou TTS em inglês) converte texto em linguagem normal para voz; outros sistemas interpretam representação linguística simbólica (como transcrição fonética) em voz.
MAGIC – é um sistema de ampliação de telas, que permite que a imagem exibida no monitor seja ampliada e/ ou sintetizada em voz.

OUTROS RECURSOS:



  Caso a escola não consiga adquirir imediatamente todos os aparatos tecnológicos, pode confeccionar: 
 Cela braille: confeccionada com caixas de papelão, frascos de desodorantes e embalagem de ovos.  Celinha braille: feitas com caixas de chicletes, botões, cartelas de comprimidos, caixa de fósforo, emborrachado.
  Caixa de vocabulário: caixa plástica ou de papelão contendo miniaturas coladas em cartões com o nome do objeto em braille e em tinta.

 Cela braille vasada: confeccionada em vários tamanhos com acetado usado em radiografias de papelão.
 Brincando com frações: representação de frações utilizando embalagens de pizza e bandejas de isopor.
  Figuras geométricas em relevo: confeccionados com emborrachados, papelão e outros.

 Fita métrica adaptada: com marcações na forma de orifícios e pequenos recortes.
 Pranchas para desenhos em relevo: retângulo de eucatex recoberto com tela de náilon de proteção para produção de desenhos com lápis-cera ou recoberto com couro para desenhos com carretilhas.
Alfabeto: letras cursivas confeccionadas com emborrachado, papelão ou em arame flexível;
Gaveteiro alfabético: cada gaveta contém miniaturas de objetos iniciadas com a letra fixada em relevo e em braille na parte externa;
Pesca-palavras: caixa plástico ou de papelão contendo cartelas imantadas com palavras em braille para serem pescadas com vareta de churrasco com imã na ponta.
Roleta das letras: disco na forma de relógio com num ponteiro giratório contendo as letras do alfabeto em braille e em tinta.
Livro de bolso: as páginas são de pano contendo reálias e com palavras, frases ou expressões escritas em braille.
Grade para escrita cursiva: pautas confeccionadas com caixa de papelão, radiografias, emborrachado e outros;
  Medidor: garrafas plásticas de água mineral cortadas para um litro e meio;
 Caixa de números: caixas de plástico ou papelão contendo miniaturas. Colar na parte externa o numeral em tinta, relevo e em braile correspondente a quantidade de objetos guardados no interior da caixa.
 Baralho: adaptado com inscrição em braille do número e naipe.
 Mural do tempo: cartaz com frases curtas em braille e me tinta e desenho em relevo expressando as condições do tempo em cada dia da semana.
 Bandeira do Brasil: confeccionada com diferentes materiais em relevo com encaixe ou superposição das partes.
 Dominó: adaptada com diferentes texturas de tecido.
 Jogo de dama: adaptado com velcro.

* Cubo mágico: 





Dominó  BRAILLE










  • AVALIAÇÃO DO DESENVOLVIMENTO COGNITIVO:
  • Na avaliação não é diferente, é recomendável a produção de provas, exercícios em braille ou mesmo o uso de multimeios considerando as dificuldades enfrentadas pelo aluno e estabelecer a organização de um programa de acompanhamento e orientação pedagógica. Através dessa avaliação é possível construir um quadro de desenvolvimento incondicional dessa criança.


  • Fontes:http://mulheresmuitoespeciais.blogspot.com.br/2011/03/famosas-com-deficiencia.html
  • http://pt.slideshare.net/AlsiaRamos/cegos-40987796
  • http://www.ibc.gov.br/?itemid=350 
  • http://www.braillevirtual.fe.usp.br/
  • Acessados em: 28/05/2015

Quem foi Louis Braille?




Quem foi Louis Braille? 

Nasceu a 4 de Janeiro de 1809, numa pequena aldeia Francesa chamada Coupvray. Louis Braille cegou aos três anos de idade, em consequência de um acidente que ocorreu quando brincava com apara de couro na oficina de seu pai. Aos 10 anos de idade ingressou na Escola de Cegos Valentin Hauy, onde se distinguiu pela sua inteligência tendo-se destacado na aprendizagem de órgão, tornando-se organista de profissão. Mais tarde, assumiu a direcção da escola que o acolheu onde veio a leccionar, tendo também iniciado muitos jovens cegos nas lides musicais. Faleceu em 1852, vítima de doença, tendo dedicado toda a sua vida à defesa dos direitos dos cegos, que na altura eram considerados por muitos como um peso morto para a sociedade. 

Como surgiu o sistema de escrita em Braille? 

O sistema de escrita em Braille surgiu a partir da combinação de seis pontos, os quais, utilizados em diferentes posições, permitiram a criação de um alfabeto com caracteres em relevo. Inspirando-se num código, inventado pelo Capitão do exercito francês, Charles Barbier, que o utilizou para comunicar com os seus soldados, em tempo de guerra, consistindo o mesmo código na combinação de traços e de pontos em relevo, a fim de não atrair as atenções do inimigo, Louis Braille concebeu um sistema ao qual foi dado o seu próprio nome. 

Contando com o amor e apoio dos pais, Louis acostumou-se logo à nova situação. Com o auxílio de uma bengalinha, ia à escola, onde demonstrou em pouco tempo inteligência superior aos meninos da sua idade, pois decorava e recitava as lições que ouvia, espantando os professores com a sua inteligência brilhante.

Aos sete anos consegue ingressar na instituição de Valentin Haüy, um homem culto e de nobre coração, que, em 1784, fundara em Paris uma escola para instruir os cegos e prepará-los para a vida. Haüy, apologista das filosofias sensistas - defensoras de que tudo depende dos sentidos -, adapta o alfabeto vulgar, traçado em relevo, a fim de que as letras fossem perceptíveis pelos dedos dos destinatários.

Também, por essa época, Charles Barbier de la Serre, um capitão de artilharia, aperfeiçoava um código através de pontos, que podia ler-se com os dedos e que era usado para velar os segredos das mensagens militares e diplomáticas, a que chamou "escrita noturna" ou "sonografia".

Um encontro com Teresa von Paradise, concertista cega, foi decisivo na sua vida. Teresa idealizara um engenhoso aparelho para ler e compor ao piano, que fascinou Braille. Aprendendo música com ela, tornou-se rapidamente organista e violoncelista. Aos quinze anos foi admitido como organista da Igreja de Santa Ana, em Paris.

Nessa altura seus pais já tinham morrido, assim como o seu grande amigo Haüy, director do Instituto que se transformara no seu lar. Como dedicasse grande parte do seu tempo à educação dos novos alunos, aceitaram-no como professor do Instituto.

Rapaz educado e agradável, era recebido nos melhores salões da época. E foi num desses salões que Braille conheceu Alphonse Thibaud, então conselheiro comercial do governo francês. No meio de uma conversa Thibaud perguntou-lhe porque não tentava criar um método que possibilitasse aos cegos não apenas ler, mas também escrever.

A princípio, Braille irritou-se com a sugestão, pois achava que a tarefa devia caber aos que viam e não a ele. Reconsiderando, começou a admitir a possibilidade de realizá-la, mesmo sendo cego.

Foi então que começou a trabalhar no código de Barbier. Após três anos, o jovem estudioso conseguiu o que queria: o sistema dos pontos em relevo representando letras. A ponta de uma sovela, o mesmo instrumento que lhe tirara a visão, passara a ser o seu instrumento de trabalho.

Geralmente, aponta-se 1825 como o momento em que o jovem aluno inventa o sistema (que mais tarde veio a ter o seu nome).

Todavia, apenas em 1829 publica a primeira edição do trabalho, intitulado "Processo para escrever as palavras, a música e o canto-chão, por meio de pontos, para uso dos cegos e dispostos para eles". Deu-lhe forma definitiva na segunda edição, vinda a lume em 1837.

Este sistema é constituído por seis pontos, em duas filas verticais de três, num total de 63 sinais.

Este processo de leitura e escrita através de pontos em relevo é usado, atualmente, em todo o mundo. Trata-se de um modelo de lógica, de simplicidade e de polivalência, que se adapta a todas as necessidades dos utilizadores, quer nas línguas e em toda a espécie de grafias, quer na música, matemática, física, etc.

Uma desilusão o aguardava: dificilmente o seu sistema seria aceite. O capital empregado pelas escolas nos enormes livros para cegos não permitia que lhes fossem deixados de lado de uma hora para a outra.

Braille, então com vinte anos, começou a ser procurado pelos alunos do Instituto que lhe pediam lições do novo sistema. Estas aulas tinham que ser realizadas às escondidas, mas serviriam - pensava ele - para difundir o método e provar a sua funcionalidade. Braille tentava, ao mesmo tempo, exibir o sistema nos lugares que freqüentava. O máximo que conseguiu foi um ofício, no qual o governo francês agradecia a sua contribuição à Ciência.

 Curiosidades:


Marie Therese von Paradis

De entre os alunos a quem ensinava música havia uma pequena cega, Teresa von Kleinert. O seu talento ao piano era extraordinário, o que animou Braille a ensinar-lhe o seu sistema de pontinhos. Em pouco tempo, Teresa tornou-se concertista de sucesso. Recebida com agrado nos salões da Europa, Teresa difundia, a cada apresentação, o sistema Braille e pela primeira vez os jornais falavam no seu nome, até então desconhecido. A 6 de Janeiro de 1852 Braille morreu, sem chegar a ver reconhecido o seu trabalho. Só dois anos após a sua morte o sistema foi reconhecido oficialmente na França, depois que Teresa se exibiu na Exposição Internacional de Paris. Ao piano, pôde mostrar ao mundo como é que um cego podia aprender a ler e a escrever. Isso tudo, graças a um sistema criado por outro cego.

O Sistema Braille foi uma janela que se abriu no vasto universo da cultura, permitindo que as pessoas cegas nele pudessem penetrar, através da escrita e da leitura. Até então, outros sistemas haviam sido utilizados, nomeadamente, o uso de letras móveis, as quais eram de dimensões bastante ampliadas, o que dificultava o seu manuseamento na construção de palavras, não sendo os seus resultados tão eficazes, em relação ao esforço despendido. Actualmente, o Braille, continua a trabalhar em conjunto com os equipamentos mais evoluídos mostrando-se sempre eficiente.

 O alfabeto em Braille na sua forma mais simples: 


DESENHO DO  ALFABETO BRAILLE



  • Fonte: http://www.euroacessibilidade.com/pdf/O_Braille.pdf
  •           http://www.feparana.com.br/biografia.php?cod_biog=194 Acessado em: 27/05/15

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