Atividades diversas Páscoa 2015

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O coelho da Lua: Uma história da tradição Hindu sobre a Páscoa


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O Coelho da Lua:


(Tradição Hindu)


Era uma vez três coelhinhos que viviam em três cavernas do Himalaia, onde levavam uma vida inteiramente dedicada a Deus.

Diariamente rezavam a Deus, pois seu maior desejo, era entrar no reino do céu.
O primeiro coelho tinha um pêlo marrom; o segundo tinha uma mancha branca no pêlo marrom, e o terceiro, que se chamava “Nevo”, tinha o pêlo completamente branco.
Os três coelhos amavam-se muito e, o que um fazia, os outros faziam também.
Mesmo estando absorvidos por suas orações durante todo o dia, tinham que procurar alimentos para não morrerem de fome.
Assim, passaram-se muitos anos. Moravam bem perto um do outro, e estavam sempre voltados a Deus. Até que, finalmente, suas orações chegaram aos ouvidos de Deus e Ele decidiu recompensar tanta dedicação. E, apesar de Deus conhecer bem o coração dos coelhos, ainda quis pô-los à prova.

Assim, Deus-Pai chamou a Lua, cujo nome era Chandra, e disse:
- Como você só precisa brilhar no céu à meia-noite, dirija-se antes às montanhas do Himalaia e lá, visite os três coelhinhos. Peça a cada um, um pouco de comida. Depois que terminar a visita, volte a mim e relate o que viu.
A Lua obedeceu e visitou em primeiro lugar o coelho marrom.
Este preparou o seu jantar e viu Chandra chegar à porta de sua caverna. Muito feliz pela visita convidou-a para entrar e compartilhar de sua refeição. Mais tarde a Lua agradeceu e procurou o segundo coelho.
Quando este ouviu alguém se aproximar, exclamou alegre: - Bem vindo amigo! — e após ouvir o pedido da Lua disse:
- Com todo prazer saciarei a sua fome, mas deve desculpar a minha demora, pois hoje fiquei absorvido nas minhas orações e esqueci de sair à procura de alimentos.
Espere um pouco que lhe servirei uma refeição. Após ter procurado alimentos, não se serviu de nada, deixando tudo para o hóspede, a Lua.
Por último, Chandra dirigiu-se até a caverna do coelho branco chamando, “Nevo”.
Bateu, inutilmente por muito tempo, à porta da caverna do coelho branco, que estava mergulhado em profunda meditação e demorou a sair da caverna para cumprimentar a Lua.

- Procuro alguém que possa me dar alguma coisa para comer, disse Chandra. Após longa caminhada pelos campos gelados das montanhas, estou com muita fome.
Descanse minha querida, pediu “Nevo”, enquanto vejo o que posso servir-lhe.

De bom grado a Lua aceitou o convite e sentou-se no chão da caverna, pois não havia nem cadeira, nem cama para um descanso.
A Lua sentiu-se muito bem na caverna do coelho “Nevo”, pois o ar era fresco e ameno.
Enquanto isto, o coelho revistava a sua dispensa. Mas, que susto!
Há dias o coelho não procurava mais alimentos, por estar profundamente absorvido em suas orações.
O coelho sentiu-se muito triste por não poder oferecer algo à tua visita, pois Deus sempre considerou uma das primeiras obrigações de todos, receber bem os viajantes. Sentou-se para pensar e depois, voltou à estrada de sua caverna, onde Chandra já o esperava impacientemente, pois já era tarde e ela precisava voltar para ao céu.
- Querida Lua — disse o coelho “Nevo” - não seja impaciente, vou acender o fogo para você se aquecer e logo lhe servirei algo para jantar.
Após acender o fogo o coelho disse:
- Como não tenho nada em casa para comer e não quero falhar em uma das mais importantes leis divinas, desejo oferecer-me a você como alimento.
E, antes que Chandra, a lua, pudesse impedi-lo, jogou-se na fogueira.
Assustada com o que vivenciara, Chandra voltou ao céu, dirigindo-se ao trono de Deus-Pai para relatar tudo o que aconteceu.
Mas como foi grande a sua surpresa ao avistar, no colo de Deus-Pai, um coelho branco como a neve, irradiando maravilhosa luz.
 Disponível em:http://www.festascristas.com.br/pascoa/pascoa-historias/504-o-coelho-da-lua

Um conto de páscoa: A páscoa sob a perspectiva da pedagogia Waldorf

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Era uma vez um papai coelho de páscoa e uma mamãe coelho de páscoa que tinham sete filhinhos. Como estava chegando a páscoa, o pai pediu que a mãe arrumasse uma cesta com bastantes ovos coloridos, para que cada um dos coelhinhos os escondesse. Assim, saberiam quem dos filhinhos era o coelho de páscoa de verdade.
O primeiro escondeu o ovo dourado. Saiu correndo o mais rápido que podia e, ao chegar no jardim da escola onde deveria esconder o ovo, viu-se diante de um grande portão. Como vinha correndo com grande velocidade, não conseguiu preparar o pulo e saltou de tamanho mau jeito que, do outro lado, o ovo caiu e se quebrou. Este era o coelho da páscoa de verdade?
O segundo coelho escolheu o ovo vermelho e se pôs a caminho da escola. Quando passava pelo campo, encontrou um coelho amigo que o convidou pra brincar. De início o coelhinho não quis, pois precisava antes esconder o ovo. Mas o outro insistiu tanto que ele concordou e pôs seu ovo num cantinho. Brincou muito de correr, pular e se esconder. Quando o coelho se lembrou do ovo, não o encontrou logo e quando o achou, estava todo quebrado e amassado. Os coelhinhos tinham-no quebrado enquanto brincavam. Este era o coelho de verdade?
O terceiro escolheu o ovo prateado. A caminho da escola, encontrou a raposa. Esta, ao ver o ovo, o pediu ao coelho que não quis lhe dar. “Eu lhe darei uma moeda de ouro em troca” – disse a raposa. O coelho não resistiu e aceitou a troca, indo com a raposa até a sua toca. Lá a raposa pegou o ovo e levou-o para dentro. Depois de muito esperar, o coelho chamou a raposa que saiu de sua casa com cara feia, sem moeda alguma e ainda disse que comeria o coelho se ele não fosse embora. Este era o coelho da páscoa de verdade?
O quarto escolheu o ovo verde. Ao passar pela floresta, um pássaro começou a gritar “A raposa vem vindo”. O coelho quis enconder o ovo para a raposa não o levar. O pássaro ofereceu-se para esconde-lo em seu ninho no alto da árvore. Porém, a raposa não apareceu e o coelho pediu o ovo de volta, mas o pássaro lhe disse que ele viesse busca-lo em seu ninho. Este era o coelho de verdade?
O quinto pegou o ovo listrado. Ao passar por uma ponte sobre um rio, olhou para baixo e viu sua imagem refletida na água. Ficou tão maravilhado com sua beleza e foi se debruçando cada vez mais, até que o ovo caiu e se espatifou nas pedras do rio. Esta era o coelho de verdade?
O sexto pegou o ovo de chocolate e, ao passar pela floresta, encontrou o esquilo, que pediu o ovo. O coelho não quis dar, mas o esquilo pediu se ao menos poderia dar uma lambidinha só para provar. O coelho então permitiu e também deu uma lambidinha só para provar, até que o ovo se acabou. Este era o coelho de páscoa de verdade?
O sétimo escolheu o ovo azul e passou pelo campo, mas não brincou com o coelho amigo, encontrou a raposa e não trocou o ovo, não ligou para o pássaro que dizia que a raposa viria, passou sobre a ponte e não olhou o rio, encontrou o esquilo e não o deixou provar o ovo e, ao chegar diante do portão da escola, olhou-o bem e deu o pulo certo. Na escola, escondeu o ovinho sem ser visto pelas crianças e voltou para casa. Este era o coelho de páscoa de verdade?
A bola com a qual as crianças brincavam no jardim rolou justamente até o arbusto sob o qual o coelho escondera o ovo e foi muito grande a alegria das crianças!
 Disponível em : http://www.jardimdasamoras.com.br/historia_pascoa.htm

Salovey e Mayer: INTELIGÊNCIAS EMOCIONAL, SOCIAL, E INTERPESSOAL

Inteligências emocional, social e interpessoal

Os conceitos de Inteligência Emocional, Interpessoal e Social revolucionaram o antigo conceito de Inteligência, tornando obsoletos os testes de QI.
Na década de 30, Robert Thorndike sugeriu a possibilidade de que as pessoas pudessem ter "inteligência social" - uma habilidade de perceber estados internos, motivações e comportamentos de si próprio e dos outros e de agir de acordo com essa percepção.
Na década de 80, o professor Howard Gardner apresentou a Teoria das Inteligências Múltiplas, que envolvia sete formas de inteligência, dentre elas as inteligências intrapessoal e interpessoal.
Na década de 90, o pesquisador John Mayer, juntamente com seus colaboradores David Caruso e Peter Salovey, torna-se uma referência para a pesquisa científica sobre "Inteligência Emocional".
Inteligência Emocional é definida como a capacidade de raciocinar sobre emoções. Ela inclui a capacidade de perceber emoções com precisão, de acessar e gerar emoções, de entender emoções, e regular as emoções de forma reflexiva, de modo a promover o crescimento emocional e intelectual.
A expressão “Inteligência Emocional” ganhou popularidade com a publicação do livro Inteligência Emocional de Daniel Goleman, em 1995, mas este tema já é alvo de pesquisas desde o início da década de 90, com a publicação de artigos em jornais acadêmicos, por Peter Salovey e John D. Mayer.


Em seu artigo de 2000, John Mayer e seus colaboradores apresentam quatro tipos de habilidades envolvidas com a Inteligência Emocional:
  • habilidade para a percepção das emoções;
  • habilidade no uso das emoções;
  • habilidade no entendimento das emoções;
  • habilidade de controle e transformação das emoções;
Onde:
A habilidade de percepção das emoções inclui habilidades envolvidas na identificação de sentimentos por estímulos, através da voz ou expressão facial, por exemplo. A pessoa que se sobressai nessa habilidade percebe facilmente a variação e mudança no estado emocional de outra;
A habilidade no uso das emoções implica a capacidade de empregar as informações emocionais para facilitar o pensamento e o raciocínio;
A habilidade no entendimento das emoções consiste em captar variações emocionais nem sempre evidentes; e
A habilidade de controle e transformação das emoções
Salovey e Mayer propuseram ainda cinco domínios ou competências da Inteligência emocional (Salovey e Mayer, Emotional Intelligence. apud Goleman, 1995, p.55):
  1. Autoconsciência;
  2. Autodomínio;
  3. Automotivação;
  4. Empatia e
  5. Habilidades sociais.

Autoconsciência - Conhecer as próprias emoções;
Autodomínio - Controlar os sentimentos nos mais variados momentos e situações; administrar as emoções. Lidar com os sentimentos apropriadamente. Significa lidar com as próprias emoções de forma que facilitem a realização de suas atividades, em vez de interferir com elas. Desenvolver equilíbrio emocional para recuperar-se de aflições emocionais.
Automotivação - envolve utilizar os sentimentos de entusiasmo, perseverança e tenacidade para conquistar os seus objetivos e metas de uma forma bem direcionada e segura, com o intuito de ter iniciativa e ser altamente eficaz; perseverar sempre, mesmo diante de revezes e frustrações. É com perseverança, entusiasmo e motivação que se consegue aperfeiçoamento e êxito nas realizações.  Direcionar as emoções e atenção para determinado objetivo ou meta é essencial para concentrar a atenção e promover realizações.
Habilidades sociais - a arte do relacionamento é, em grande parte, a aptidão de lidar com as emoções dos outros;  interagir com facilidade; utilizar essas habilidades para liderar; negociar e solucionar divergências, bem como para a cooperação e o trabalho em equipe; ter alegria no convívio com as pessoas, evitando ver a vida apenas como um observador.
Bibliografia:
A) Livros:
  • Inteligência - um conceito reformulado - Howard Gardner - ed Objetiva;
  • Inteligência Emocional - Daniel Goleman - ed. objetiva;
  • Hendrie Weisinger - Inteligência Emocional no Trabalho - ed. objetiva;
  • Claude Steiner - Educação Emocional - Ed. Objetiva;
  • Inteligência Emocional e a Arte de Criar nossos filhos - Ed. Objetiva;

Breves biografias de Salovey e Mayer


SALOVEY


Peter Salovey, Ph.D., é decano da escola graduada das artes e das ciências na Universidade de Yale, professor de Chris Argyris Psychology, e professor de Epidemiologia e Saúde Pública na Universidade de Yale, onde recebeu seu Ph.D. em Psicologia Clínica em 1986, e mestrado em sociologia na University Stanford em 1980.


 
MAYER
John D. Mayer é psicólogo e professor da Universidade de New-Hampshire, recebeu o seu B.A. e Ph.D. na Universidade de Michigan. (www.emotionaliq.org/About.htm).

PAVLOV




A nação russa foi berço de grandes nomes, seja na ciência, na literatura ou nas artes. No campo científico, um dos mais importantes e conhecidos é Ivan Petrovich Pavlov, Prêmio Nobel de Medicina, em 1904.
Nascido na cidade de Ryazan, em 1849, e sob a influência do pai – um sacerdote - Pavlov parecia ter o destino traçado em direção a uma carreira religiosa. Durante os primeiros anos de vida estudou em uma escola de caráter religioso e, depois, entrou para o seminário.
As idéias progressistas e o desenvolvimento científico da metade do século XIX, entretanto, mudaram radicalmente a sua trajetória. Abandonou a carreira religiosa, e decidiu dedicar-se à ciência.
Para isso, ingressou no curso de Ciências Naturais, em 1870. Durante este período, apaixonou-se especialmente pela Fisiologia. O primeiro trabalho da faculdade, feito em conjunto com um colega, foi exatamente sobre a fisiologia dos nervos pancreáticos. Pelo estudo, Pavlov foi homenageado com uma medalha de ouro.
Depois de concluir o curso de Ciências Naturais, em 1875, e confirmando o seu interesse pela área fisiológica, foi estudar na Academia de Cirurgia Médica. Formou-se quatro anos depois, novamente como um aluno destacado.
Isto o levou a diretor do Laboratório Fisiológico - pertencente a um famoso médico russo - e serviu como incentivo às suas pesquisas. Entre estas, está a sua tese de doutorado sobre os nervos do coração, apresentada em 1883. Nesse estudo, Pavlov demonstrou princípios básicos de funcionamento do sistema nervoso.
A importância do seu trabalho e o respeito ao cientista tornaram-se claros, quando foi convidado para dirigir o Departamento de Fisiologia do Instituto de Medicina Experimental, em 1890. Lá, permaneceu por 45 anos, até a morte. Ainda nessa última década do século XIX, tornou-se professor de Farmacologia e, depois, de Fisiologia da Academia Médica Militar.
Entre 1891 e 1900, Pavlov desenvolveu estudos essenciais sobre fisiologia digestiva. A partir destas pesquisas, demonstrou que o sistema nervoso atuava de forma dominante no processo digestivo e abriu caminho para o surgimento da nova ciência dos reflexos condicionados.
A descoberta dos reflexos condicionados – uma das mais importantes do século passado – ocorreu após uma série de experimentos realizados por Pavlov. Nestas experiências, o médico russo observou como os cães e todas as suas funções digestivas se comportavam, ao serem estimulados.
A experiência clássica de Pavlov é aquela do cão, a campainha e a salivação à vista de um pedaço de carne. Sempre que apresentamos ao cão um pedaço de carne, a visão da carne e sua olfação provocam salivação no animal. Se tocarmos uma campainha, qual o efeito sobre o animal? uma reação de orientação. Ele simplesmente olha, vira a cabeça para ver de onde vem aquele estímulo sonoro. Se tocarmos a campainha e em seguida mostrarmos a carne, dando-a ao cão, e fizermos isso repetidamente, depois de certo número de vezes o simples tocar da campainha provoca salivação no animal, preparando o seu aparelho digestivo para receber a carne. A campainha torna-se um sinal da carne que virá depois. Todo o organismo do animal reage como se a carne já estivesse presente, com salivação, secreção digestiva, motricidade digestiva etc. Um estímulo que nada tem a ver com a alimentação, meramente sonoro, passa a ser capaz de provocar modificações digestivas.
Para que surja um reflexo condicionado é preciso que existam certas condições:
1. Cexistência no tempo, várias vezes repetida, entre o agente indiferente e o estímulo incondicionado (no caso, o som da campainha e a apresentação da carne)
2. O agente indiferente deve preceder em pouco tempo o estímulo incondicionado. Se dermos a carne primeiro e tocarmos a campainha depois, a reação condicionada não se estabelece
3. Inexistência naquele momento de outros estímulos que possam provocar inibição de causa externa. Se simultaneamente damos uma chicotada no animal ou lhe jogamos água gelada, provocamos inibição, desencadeando reação de defesa no animal
4. Para que o reflexo condicionado se mantenha, é necessário que periodicamente o reforcemos. Uma vez que o reflexo se formou, o mero som da campainha substitui a apresentação da carne. Mas, se tocarmos repetidamente a campainha e não mais apresentarmos a carne, depois de um certo número de vezes o animal deixa de reagir com salivação e secreção digestiva.

Como Funciona o Reflexo Condicionado

Estímulo -------> Resposta
Estímulo Indiferente + Estímulo Incondicionado (apresentação da carne) ---------> Resposta Incondicionada
Estímulo Indiferente --------> Resposta Condicionada
Explicando melhor: um estímulo indiferente, combinado com um estímulo capaz de ativar um reflexo incondicionado, gera uma resposta incondicionada e, depois de algum tempo, o estímulo indiferente, por si só, é capaz de provocar resposta que pode, então, ser considerada como condicionada. Esses estímulos indiferentes podem vir tanto do meio externo (estímulos sonoros, luminosos, olfativos, táteis, térmicos) como do meio interno (vísceras, ossos, articulações).
As respostas condicionadas podem ser motoras, secretoras ou neurovegetativas. Podem pois, ser condicionadas reações voluntárias ou reações vegetativas involuntárias. Podemos fazer com que respostas involuntárias apareçam de acordo com a nossa vontade, se usarmos o condicionamento adequado. As respostas condicionadas podem ser excitadoras (com aumento de função) ou inibidoras (com diminuição de função).
Existem diversos exemplos de como se pode modificar, através do condicionamento, a fisiologia do animal e do ser humano. Citaremos apenas alguns, para, a partir deles, procurar compreender o que poderia ocorrer no momento do efeito placebo.

A Modificação da Fisiologia Através do Condicionamento

Pavlov e seus seguidores logo perceberam que o condicionamento era muito poderoso no sentido de alterar funções orgânicas. Diversos experimentos comprovaram isso, e abriram um enorme campo de estudos, com muitas conseqüências para a aplicação clínica em seres humanos.
Por exemplo, coloca-se uma sonda retal em um cão e faz-se um enema salino (injeção de água salgada). A presença daquele soluto dentro do intestino provoca, ao fim de algum tempo, aumento da diurese (excreção renal de água) para restabelecer o equilíbrio hidroeletrolítico. Depois de algumas sessões de administração de enema salino através da sonda retal, a mera introdução da sonda retal, sem enema, também provoca aumento da diurese.
Da mesma maneira, se antes de aplicar injeção de insulina em um cão, faz-se com que ele ouça sempre um assobio, a hipoglicemia que surge em decorrência da ação da insulina passará a surgir, depois de algum tempo, pela simples audição do assobio. O metabolismo do animal alterou-se, passando a responder com hipoglicemia a um estímulo sonoro que nada tem a ver, em condições normais, com o metabolismo dos glicídios.

O Sistema Nervoso Central e os Reflexos Conditionados

Finalmente, através do que ficou conhecido como a "Teoria Pavloviana da Atividade Nervosa Superior", Pavlov e seus discípulos foram os primeiros pesquisadores a integrar os estudos da psicologia do aprendizado com a análise experimental da função cerebral. Eles mostraram que os reflexos condicionados se originam no córtex cerebral, o qual, segundo as palavras de Pavlov, "é o distribuidor primário e organizador de toda as atividades do organismo". Ao longo de vários anos, ele e seus discípulos chegaram às leis básicas que governam a operação do córtex cerebral no aprendizado condicionado.
Inicialmente, o estímulo foi apenas com um pedaço de carne; em seguida, junto com a carne, havia um estímulo sonoro; depois que os animais já estavam acostumados, ou condicionados, foi dado apenas o estímulo sonoro, e eles reagiram da mesma maneira.
Além disso, em pesquisas posteriores, comprovou que os reflexos condicionados tem origem no córtex cerebral, responsável por distribuir e organizar todas as atividades do organismo.
Com essas pesquisas e descobertas, Pavlov deu uma contribuição fundamental não só para a medicina, mas para toda a ciência. Por isso, tornou-se reconhecido e respeitado em todo o mundo; ganhou o Prêmio Nobel de Medicina (1904), foi eleito para a Academia de Ciências da Rússia e recebeu homenagens de diversas instituições e países.
Ivan Petrovich Pavlov nasceu em Ryazan, Rússia, no dia 14 de setembro de 1849. Morreu em 27 de fevereiro de 1936, em Leningrado (atualmente com o nome original de São Petesburgo).
Fonte: ctjovem.mct.gov.br

AS INTELIGÊNCIAS MÚLTIPLAS E INTELIGÊNCIA EMOCIONAL...


"Da minha perspectiva, a essência da teoria é respeitar as muitas diferenças entre as pessoas, as múltiplas variações em suas maneiras de aprender, os vários modos pelos quais elas podem ser avaliadas, e o número quase infinito de maneiras pelas quais elas podem deixar uma marca no mundo". 
(prefácio do Livro “Inteligências Múltiplas na Sala de Aula de Thomas Armstrong, Artmed, 2001.)

* A contribuição desta teoria é a de mostrar que todos os indivíduos são inteligentes, mas de maneiras diferentes e que suas inteligências serão reforçadas, desenvolvidas ou não, dependendo dos estímulos que receberem do ambiente/cultura que os cercam. A pergunta que se faz não é mais se o aluno é ou não inteligente, mas sim COMO ele é inteligente?



Não deveria valer apenas a nota tirada na prova de matemática, mas o respeito pelo outro e o tipo de ser humano que nós revelamos” - Howard Gardner
A teoria das Inteligências Múltiplas foi desenvolvida pelo psicólogo americano Howard Gardner. Ele e sua equipe da Universidade de Harvard, uma das mais conceituadas universidades do mundo, foram convidados por um grupo filantrópico holandês, a Fundação Bernard Van Leer, para investigar o potencial humano. Ela foi publicada em sua primeira versão em 1983, com o livro “Estruturas da Mente”. Os questionamentos e pesquisas de Gardner, entretanto, datam da metade da década de 70 e a teoria veio a ser divulgada como IM treze anos depois. 

Na visão de Gardner (1999), a inteligência é um potencial biopsicológico para processar informações que pode ser ativado num cenário cultural para solucionar problemas ou criar produtos que sejam valorizados numa cultura. A criatividade, o trabalho em equipe com projetos, na busca dessas soluções são fatores que fazem parte do conceito de inteligência. Sua contribuição para a Educação é a de verificar que o indivíduo não possui uma inteligência única, mensurável, inata, considerada por muitos pesquisadores como a IG ou inteligência geral. Essa inteligência, na Educação, rotula indivíduos como ‘burros’ ou ‘inteligentes’ fadando a grande massa excluída e marginalizada pelos processos sociais a não serem bem sucedidas na escola. A contribuição desta teoria é a de mostrar que todos os indivíduos são inteligentes, mas de maneiras diferentes e que suas inteligências serão reforçadas, desenvolvidas ou não, dependendo dos estímulos que receberem do ambiente/cultura que os cercam. A pergunta que se faz não é mais se o aluno é ou não inteligente, mas sim COMO ele é inteligente.

Quando era criança escutei muitas "coisas" de meus pais e professores. Minhas aptidões eram visíveis e já poderiam imaginar em que área do conhecimento eu teria mais sucesso. Eu sempre desenhei muito bem, era muito criativa. Nas artes eu me daria muito bem, pois dominava todas as suas  facetas, na música, dança , teatro, artesanato e outras inventadas por mim.
Já meus colegas, alguns eram brilhantes na matemática, outros em ciências, mas também tinha aquele grupo dos mais brincalhões e aos olhos do professor poderiam se passar por meros desinteressados. Sempre ficavam no fundo da sala, rindo, e fazendo piada de tudo. No meu tempo era assim e hoje não é muito diferente. Sabemos que alguns comportamentos humanos se mantém por varias gerações. O que muda é apenas o contexto. Quem poderá dizer que a turma que gostava de ficar no fundo da sala aprontando, precisava de outros estímulos, além do quadro negro, giz e livros para se interessar mais pela aula? Pode ser que muitos deles tenham desenvolvido o talento para trabalhar com atendimento ao publico, publicidade e propaganda, cinema, teatro, comercio e etc. Hoje podemos visualizar assim, amparados por teorias que vêm nos direcionar na busca do conhecimento do universo humano. A singularidade de nossas ações é que fazem de nós "seres humanos".
 Os estímulos e o ambiente social são importantes no desenvolvimento de determinadas inteligências. Se uma pessoa, por exemplo, nasce com uma inteligência musical, porém as condições ambientais (escola, família, região onde mora) não oferecem estímulos para o desenvolvimento das capacidades musicais, dificilmente este indivíduo será um músico.



Danúbia Rocha






As inteligências são:


· Lógica – voltada para conclusões baseadas em dados numéricos e na razão. As pessoas com esta inteligência possuem facilidade em explicar as coisas utilizando-se de fórmulas e números. Costumam fazer contas de cabeça rapidamente.

· Lingüística – capacidade elevada de utilizar a língua para comunicação e expressão. Os indivíduos com esta inteligência desenvolvida são ótimos oradores e comunicadores, além de possuírem grande capacidade de aprendizado de idiomas.

· Corporal – grande capacidade de utilizar o corpo para se expressar ou em atividades artísticas e esportivas. Um campeão de ginástica olímpica ou um dançarino famoso, com certeza, possuem esta inteligência bem desenvolvida.

· Naturalista – voltada para a análise e compreensão dos fenômenos da natureza (físicos, climáticos, astronômicos, químicos).

· Intrapessoal – pessoas com esta inteligência possuem a capacidade de se autoconhecerem, tomando atitudes capazes de melhorar a vida com base nestes conhecimentos.

· Interpessoal – facilidade em estabelecer relacionamentos com outras pessoas. Indivíduos com esta inteligência conseguem facilmente identificar a personalidade das outras pessoas. Costumam ser ótimos líderes e atuam com facilidade em trabalhos em equipe.

· Espacial – habilidade na interpretação e reconhecimento de fenômenos que envolvem movimentos e posicionamento de objetos. Um jogador de futebol habilidoso possui esta inteligência, pois consegue facilmente observar, analisar e atuar com relação ao movimento da bola.

· Musical – inteligência voltada para a interpretação e produção de sons com a utilização de instrumentos musicais. 


Danúbia Rocha
_______________________________________________________________________

INTELIGENCIA EMOCIONAL:

"...A Inteligência Emocional foi popularizada a partir de 1995, pelo psicólogo, jornalista e escritor Daniel Goleman, com o fascinante livro que traz o termo como título. Através de uma análise coerente e inteligente, Goleman nos mostra que o QI elevado de uma pessoa não é garantia de sucesso e felicidade, contrariando o saber científico difundido até então. Utilizando-se de métodos de pesquisa inovadores que avaliam estados mentais, ondas cerebrais e comportamentos, ele demonstra que pessoas de QI elevados podem fracassar, enquanto pessoas que apresentam quociente mais moderado nos testes obtiveram êxito em seus projetos e metas pessoais e profissionais.
A nossa vida é construída e mantida por uma teia de relações em todos os seus aspectos. E, nossas emoções são as bases que estabelecem a nossa forma de se relacionar com o mundo, determinando sucesso ou insucesso nas mais diversas áreas. Portanto, o domínio das emoções consiste num grande e potente diferencial capaz de nos transportar, daquilo que somos, para tudo aquilo que almejamos ser ou ter. Somos seres complexos diante de um universo dinâmico, mas ao mesmo tempo simples em seu “modus operandi”. Seguindo a regra básica do “conheça-te a ti mesmo” e aplicando-a sob a forma de um autocontrole eficaz poderemos usufruir, positivamente, das poderosas energias da emoção...."
(Este fragmento de texto foi escrito por Francisco Ferreira (Mr. Smith)  no site: http://www.acasadoaprendiz.com.br/inteligencia_emocional.html).







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