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Resenha do livro: POSTMAN, Neil. O Desaparecimento da Infância.

Resenha do livro: POSTMAN, Neil. O Desaparecimento da Infância. Tradução: Suzana Menescal de A. Carvalho e José Laurenio de Melo. Rio d...

Dia da Informática



DIA DA INFORMÁTICA

A informática é, talvez, a área que mais influenciou o curso do século XX. Se hoje vivemos na Era da Informação, isto se deve ao avanço tecnológico na transmissão de dados e às novas facilidades de comunicação - ambos impensáveis sem a evolução dos computadores.
Existe informática em quase tudo que fazemos e em quase todos os produtos que consumimos. É muito difícil pensar em mudanças sem que em alguma parte do processo a informática não esteja envolvida.
Desde seus primórdios no século XX, quando possuía finalidade exclusivamente científica e militar, a informática já era usada pelos governos, como a Alemanha e os Estados Unidos. Ainda hoje, computadores são utilizados para rastrear e orientar naves e tanques, e também organizar planejamentos estratégicos e armazenar dados militares.
Os governos dos países utilizam a informática no recenseamento, agilizando sua apuração, e também para disponibilizá-la à população. É o que você pode conferir aqui no IBGE: oferecemos informação pela Internet e por softwares de recuperação de dados.
Os bancos também monitoram contas e cadastros através da informática; pessoas no mundo todo podem conversar em tempo real através de computadores; crianças podem aprender através da informática e já existem até cursos à distância facilitados pelo computador e pela Internet.
Sem os computadores, o homem não teria chegado à Lua; não poderíamos manter os satélites no espaço; não transmitiríamos as notícias tão rápido e com tamanho alcance; demoraríamos horas para conseguirmos certos resultados de cálculos ou determinadas pesquisas; certos aparelhos de hospitais não existiriam e os exames de laboratório não seriam tão precisos. E por aí vai...
ANTIGÜIDADE E INFORMÁTICA
A história da informática acompanha o processo de criar e armazenar dados, algo que já é feito desde a Antigüidade. A palavra vem da junção de dois vocábulos: informação e automática. Logo, a idéia de agilizar a recuperação de informações tem sido trabalhada há muito tempo, com a diferença que agora as mudanças são bem mais rápidas do que antes.
Repare bem: em 3.500 a.C., já havia o mais antigo instrumento de cálculo: o ábaco. Costuma-se dizer que o ábaco é o embrião da informática. Por quê? Porque foi o primeiro dispositivo de computação, mesmo que ainda usando meios mecânicos. Era composto de varetas ou barras e pequenas bolas, usadas para fazer contas.
Os chineses adaptaram o ábaco e, por volta de 2.500 a.C., nasceu um sistema chamado "Suan-Pan". Eram palitos empilhados que, dependendo da posição, mudavam de valor. Quando dispostos sobre uma tábua, era possível fazer cálculos com as quatro operações básicas.
ÀS VÉSPERAS DO SÉCULO XX
No século XIX, começaram a pipocar inventos com objetivo de "imitar" o pensamento, ou pelo menos suas funções de memória. Obviamente eram muito rudimentares em comparação às máquinas atuais, mas é interessante notar o caminho trilhado pelos cientistas da época. Eles estavam buscando desenvolver mecanismos automáticos (lembra da Revolução Industrial?) e entre eles estava o invento de Jacquard: uma espécie de tear automático, que fazia desenhos de acordo com o comando de algumas placas perfuradas.
O tecelão poderia variar o padrão do tear de acordo com as placas: cada uma dava um comando diferente. Este conceito foi uma das grandes influências ao se conceber o computador. Isto foi em 1801, e cerca de 30 anos depois, em 1834, foi a vez da famosa Máquina Analítica, do inglês Charles Babbage.
Babbage não pôde concluir a Máquina Analítica por falta de recursos, mas sua concepção foi revolucionária. Trazia os principais conceitos da informática: programas, memória, unidade de controle e periféricos de saída, utilizando também cartões perfurados.
O invento de Babbage inspirou o primeiro computador eletrônico-mecânico, em 1890. Com ele, o censo americano de 1890 saiu bem mais rápido: antes, levava sete anos para apurar os resultados; com o computador, pôde apurar em seis semanas!
A ÁRVORE GENEALÓGICA DOS COMPUTADORES
Qual o computador de última geração?
As mudanças são tão rápidas que ninguém sabe dizer com certeza. Mas é possível acompanhar a evolução de várias eras de computadores, que a maioria dos estudiosos divide em cinco gerações.
Acompanhe aqui a árvore genealógica da informática!
  • primeira geração : funcionando por meio de válvulas a vácuo, compreende o período de 1940 a 1952. As informações eram gravadas em cartões perfurados.
  • segunda geração : de 1953 a 1964, a partir de transistores. Com a diminuição do tamanho das máquinas, seu uso se estende à área administrativa e gerencial (antes era restrita ao campo científico e militar).
  • terceira geração : é a dos circuitos integrados, que reinaram de 1964 a 1971.
  • quarta geração : é a dos microprocessadores, até 1981. Os computadores ficam bem menores e surgem novas linguagens. Nasce a teleinformática (possibilidade de computadores trocarem dados entre si através de rede).
  • quinta geração : a partir de 1981, é a vez dos computadores pessoais (PCs) e VLSI, com alta velocidade e interatividade.
O SÉCULO DA INFORMÁTICA
E no século passado, o que aconteceu?
O primeiro computador eletromagnético surgiu nos Estados Unidos em 1937. Impulsionado pela guerra (acabara a Primeira Guerra Mundial e em breve despontaria a Segunda), o computador foi criado para calcular trajetórias de projéteis da Marinha, mas só ficou pronto depois que a Segunda Guerra acabou!
Foi também com o final da Segunda Guerra Mundial que nasceu o ENIAC, o pai dos computadores modernos. O sistema binário utilizado nos computadores atuais, contudo, só veio a ser utilizado em 1954, junto com a noção de programação, graças a John Von Newmann.
Mas os computadores da época eram muito limitados. E o pior; ocupavam um espaço enorme! Alguns ocupavam uma sala inteira - e estamos falando de salas grandes! O computador pessoal, que fica sobre uma mesa, ainda era um sonho distante.
Em 1959 surgiu um novo modelo com um espaço dez vezes menor e capacidade cem vezes maior. E isso ainda era muito pouco, comparado com o que temos hoje. O minicomputador ocupava o espaço de um quartinho pequeno. Foi com os micros que tudo mudou.
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