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Resenha do livro: POSTMAN, Neil. O Desaparecimento da Infância. Tradução: Suzana Menescal de A. Carvalho e José Laurenio de Melo. Rio d...

14 de novembro: Dia mundial de combate à diabetes





A insulina é um hormônio, produzindo pelo pâncreas, que auxilia na transformação do açúcar ingerido pelo ser humano em energia para o corpo. Porém, quando o organismo tem resistência à ação da insulina ou esta é pouco produzida pelo pâncreas, tem como conseqüência um aumento de taxa de açúcar no sangue (glicemia), ou isto é, sugirmento da diabete. 

A diabetes pode ser classificada em dois tipos. O tipo 1, que é quando o pâncreas para de produzir insulina, e o tipo 2, que é de origem hereditária, e as células do organismo tem uma resistência maior sob o efeito da insulina. Segundo o especialista em diabetes infantil, Dr. Mauro Scharf, as crianças são mais comum de desenvolver a diabete tipo 1. 


A manifestação da diabetes nas crianças pode ser de repente e, segundo o endocrinologista pediátrico Luis Eduardo Calliari, professor da Faculdade de Medicina da Santa Casa de São Paulo, os pais devem estar atentos aos seguintes sintomas:

• Sede excessiva;
• Diurese constante;
• Emagrecimento;
• Aumento do apetite;
• E algumas crianças apresentam visão turva;
• Cansaço e fadiga.
  


Com atenção nestes sintomas característicos da diabete, é possível diagnosticá-la precocemente, pois assim, é possível ter um controle da doença e evitar complicações futuras para a criança. Quando o diagnóstico é feito, através de exames que medem a taxa de glicose no sangue, o tratamento então é prescrito pelo especialista. 
O tratamento da diabetes infantil também depende do seu tipo, sendo que no tipo 1, a criança recebe aplicação diária de injeções de insulinas. E, na do tipo 2, muitas vezes é necessário o uso de medicações orais. Contudo, ambos os tipos precisam de acompanhamento diário do nível de glicose no sangue.

Além de aplicações de insulina e medição do nível de glicose, a criança diabética precisa ter uma alimentação saudável. Ela precisa equilibrar as calorias das refeições, sem exagerar nas proteínas, carboidratos e gorduras, e obviamente evitar comer açúcares. 


Os exercícios físicos ajudam as crianças diabéticas, a reduzir risco de outras doenças, como as cardiovasculares. Porém, as atividades físicas devem ser feitas em horários planejados, pois é preciso acompanhar o comportamento da glicemia, medindo-a antes e depois dos exercícios para adequar as doses de insulina e a alimentação.

A criança diabética quando tem um controle e tratamento adequando, tem uma vida praticamente normal. O Dr. Mauro Scharf ressalta que, a qualidade de vida e longevidade da criança, dependem do correto tratamento e do acompanhamento. 

Então pais, se tiverem suspeitas sobre seus filhos terem diabetes, procure um especialista o mais rápido possível. 



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