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Resenha do livro: POSTMAN, Neil. O Desaparecimento da Infância.

Resenha do livro: POSTMAN, Neil. O Desaparecimento da Infância. Tradução: Suzana Menescal de A. Carvalho e José Laurenio de Melo. Rio d...

BICHOS? por que tê-los? Leia e descubra!


Amei este artigo da revista Crescer sobre a importância do convívio das crianças com animais de estimação. Segundo pesquisas feitas, crianças que passam pela experiência de ter um animal, crescem mais preparadas emotivamente e cognitivamente.
Aproveite e tire suas conclusões!




As 10 razões definitivas para você ter um amigo de estimação
Mamãe, papai e Totó... Segundo o veterinário Marty Becker, autor do livro O Poder Curativo dos Bichos (Ed. Bertrand Brasil), no vocabulário inicial infantil, cachorro e gato estão no mesmo nível de papai e mamãe – portanto, se o seu filho falou “au-au” primeiro que “mamá”, não precisa entrar em crise. E tem mais: entre as primeiras 50 palavras que uma criança diz, sete referem-se a animais de estimação. De onde será que vem toda essa magia que une pessoas e animais? Ora, ora, diante de tantos benefícios que eles trazem à nossa vida, fica fácil descobrir. Veja só: ter um bicho...
Aumenta o senso de responsabilidade Eles são fofos e estão sempre prontos para brincar, mas precisam de cuidados. É bom que você saiba que essa parte vai ficar com você, mas dá para combinar que seu filho será responsável por algumas tarefas – as mais legais e divertidas –, como a troca de água e as brincadeiras diárias, por exemplo. Até ele se acostumar, você terá de lembrá-lo, como deve fazer sempre para que lave as orelhas no banho. É assim que ele vai entender que, se não cumprir com a sua responsabilidade, o bicho poderá sofrer.

Facilita a socialização A companhia de um animal dá à criança a oportunidade de ensaiar para o contato com as pessoas e a gente não está falando aqui de tratar bicho feito gente. Juntos, eles aprenderão a respeitar o espaço um do outro. Enquanto o bicho estiver dormindo ou comendo, é fundamental que você ensine seu filho a deixá-lo quieto, caso contrário ele pode ficar nervoso. Afinal, quem não ficaria se fosse cutucado no melhor do cochilo? Se a criança for contrariada pelo pet, pode ser uma boa maneira de aprender a lidar com frustrações. Durante um passeio, muitas pessoas vão se aproximar para fazer carinho. Cachorro com criança, então, é combinar dois fatores atrativos enormes para começar um papo no parque. E seu filho vai interagir, você vai ver!

Fortalece o sistema imunológico Não faltam pesquisas para provar o quanto essa informação é verdadeira. Um levantamento de estudos feito por pesquisadores do departamento de Psicologia Experimental da Universidade de São Paulo (USP) confirma a melhora da imunidade de bebês e crianças. Segundo os cientistas, a companhia de um animal reduz as chances de desenvolver resfriados, problemas estomacais e dores de cabeça. Tudo isso acontece só de acariciar um bicho. Os níveis de imunoglobulina A, um anticorpo presente nas mucosas que evita a proliferação viral ou bacteriana, aumentam, fortalecendo o sistema imunológico. Saúde à base de carinho. Em outro estudo, cientistas da Universidade Warwick, na Grã-Bretanha, afirmaram que crianças se recuperam mais rápido de doenças rotineiras quando têm um pet em casa.

Previne alergias Sim, é verdade! Um exemplo clássico são os bebês que vão para a creche muito cedo. Eles ficam mais gripados ou têm mais infecções de garganta. Mas, por outro lado, o organismo desenvolve um processo imunológico que, mais tarde, reagirá melhor ao entrar em contato com esses fatores. Com a alergia é a mesma coisa. Se o seu filho tiver contato com o animal desde pequeno, o organismo passará a tolerar mais as reações alérgicas. Um estudo coordenado por Joachim Heinrich, cientista do Instituto de Epidemiologia de Munique, na Alemanha, comprovou a informação. Na pesquisa, 3 mil crianças foram monitoradas desde o nascimento até os 6 anos. Exames de sangue mostraram que aquelas que conviviam com cachorro dentro de casa apresentavam menos risco de desenvolver sensibilidade a pelos, pólen, poeira e outros agentes alergênicos inaláveis do que crianças sem cães.

Trabalha a autoestima Quando percebe que o animal não precisa ser perfeito para ser amado – mesmo se é um cachorro que baba em tudo, ou um gato caçador que traz insetos de brinde para o dono –, a criança ganha mais um espaço para exercitar seus sentimentos. Assim, fica fácil para ela aceitar melhor seus erros e entender que sempre será amada pelos pais e pela família. No contato com os bichos, elas deixam os medos e as dificuldades de lado e dão risada, relaxam e se tornam mais tolerantes.

Torna seu filho mais inteligente Uma pesquisa feita pelo norte-americano Robert Poresky, professor de desenvolvimento humano e estudos de família da Universidade Estadual do Kansas, mostra que as crianças que têm um pet possuem um desenvolvimento cognitivo, social e motor superior à média. Outro estudo norte-americano, dessa vez da Universidade Davis School de Medicina Veterinária, mostrou que os cães podem ajudar no aprendizado da leitura. Faz todo sentido. Quando estão aprendendo coisas novas, em especial na etapa de alfabetização, é fundamental que as crianças tenham alguém amoroso ao lado, que não olhe feio se errarem. E o máximo que o cachorro pode fazer é abanar o rabo ou comer um pedaço do livro para dar uma animada na brincadeira.

Desenvolve a capacidade afetiva A companhia de um bicho mexe com o emocional, principalmente na infância, e faz nascer e crescer novos sentimentos. Cumplicidade, amizade, respeito, paciência e amor, do jeito mais sincero possível, e de ambas as partes.

Reduz o estresse Um animal de estimação faz (muito) bem ao coração também. Enquanto abraça, brinca e acaricia o pet, o organismo diminui os índices de cortisol, hormônio do estresse, e aumenta os de serotonina, substância responsável pela sensação de bem estar. Resultado: menos tensões, pressão controlada e menor risco de sofrer problemas cardiovasculares. E antes que você pense: “Socorro, meu filho tem tudo isso?”, acalme-se. São mesmo coisas de adulto, mas que podem ser prevenidas desde bem cedo, o que não é nada mal.

Incentiva a fazer exercícios Se o seu filho já tem mais de 5 anos, levar o cachorro para passear vai ser um dos pontos altos dessa companhia. Além de ser a desculpa que você precisava para tirar ele da frente da TV e exercitar mais do que os polegares no joystick. Uma pesquisa da St. George’s University, de Londres, Inglaterra, mostrou que nas famílias com cão as crianças dão 4% mais passos diariamente e os adultos 25%(!) a mais do que nas que não têm um bicho. Ou seja: é bom para todos em casa se mexerem mais e ficar mais saudáveis.

Ensina sobre a morte Muitas vezes, o contato com o animal é a experiência mais próxima da natureza que a criança vive. Quando o bicho morre, ela passa pelo luto e é capaz de entender o ciclo da vida. Aproveite esse momento para conversar sobre a morte. A melhor maneira de seu filho entender é explicar de uma maneira simples. Fale a verdade, mas na hora de responder sobre a tradicional pergunta: “Para onde ele foi?”, você pode usar a criatividade. Muitas acham que o pet virou uma estrela ou que foi para o céu... Nessa hora, o simbolismo é fundamental porque a criança vai entender o que aconteceu à maneira dela.



Mitos e verdades: e a saúde, como fica?
Muitas dúvidas vão passar pela sua cabeça antes de comprar ou adotar um pet. E você vai ouvir tantas informações e conselhos desencontrados que fica difícil saber o que é mentira e o que não é nos cuidados que devemos ter com a nossa saúde e com o animal. CRESCER mostra os mitos e verdades para acabar com suas dúvidas
Estou grávida e preciso afastar meu gato da minha casa 
Não, mentira.
 Você vai ouvir isso de muita gente porque os gatos podem transmitir toxoplasmose, uma zoonose que pode causar má formação no feto. Mas o animal não é o principal responsável. Carnes malpassadas, frutas e verduras mal lavadas também são perigosas. Você vai ter de tomar alguns cuidados a mais, sim, e diminuir o contato e os carinhos ao bicho, mas não precisará abandoná-lo. A doença é transmitida por meio do contato com as fezes. Por isso, você não deve recolher a sujeira do bichano. Fique atenta, pois o autêntico banho de gato, feito com a língua, pode espalhar partículas pelo corpo. Banhos semanais diminuem o risco, embora gato e água não sejam melhores amigos, e não se esqueça de lavar as mãos após acariciar o pet. Se você ainda está programando a gravidez e tem um gato, pode fazer o exame de sorologia de toxoplasmose. Se o resultado for positivo significa que você já teve contato com a doença e o organismo reagiu bem, sem sintomas. Nesse caso, os riscos são bem menores. Converse com seu médico e com o veterinário de seu gato para tirar qualquer dúvida.
Tanto cães quanto gatos precisam tomar vacinas todos os anos 
Verdade.
 Para evitar a transmissão de doenças, cães e gatos devem ser imunizados anualmente. Os cachorros devem tomar a vacina contra raiva, gripe canina e a V8, que protege contra leptospirose, cinomose, adenovírus, coronavirose, parvovirose, adenovírus tipo 2 e parainfluenza, hepatite infecciosa canina. Gatos precisam tomar as vacinas contra raiva e quádrupla felina.
Meu filho tem alergia e nunca vai ter um bicho Em partes. Na maioria dos casos, a convivência com um animal só traz benefícios. Muitas vezes, a criança vai ter reações mais fortes no começo e depois passa a tolerar mais e a alergia diminui. Em situações crônicas, como asma ou outras alergias respiratórias, o contato pode, sim, ser prejudicial. Antes de decidir ter um pet, analise a reação de seu filho. Se durante a visita à casa de alguém que tenha bicho ele já começar a sofrer, use o bom senso. Agora, se o animal já estiver na sua casa, nem sempre é recomendável separá-lo da criança, pois a doença tem um fundo emocional. Nesse caso, a saída pode ser manter os pelos do bicho curtos e passar pano úmido no chão e nos móveis diariamente.
Meu cachorro toma banho toda semana. Por isso, pode subir na cama do meu filho 
É mentira.
 Por mais limpo que o bicho seja, ainda assim é bom que eles não tenham acesso aos quartos da família. Os animais soltam pêlos, pisam no chão, no xixi, no cocô e acabam trazendo bactérias indesejadas. Eles podem passear por todos os cômodos, mas o ideal é que os quartos sejam preservados. OK, os veterinários e os pediatras sabem que muitos deles vão ficar na cama mesmo assim. Então, não descuide da frequência dos banhos.

Quem é esse aí?
Cachorros, gatos e crianças têm tudo para ser melhores amigos. Mas, como toda nova relação, ela pode ser meio tensa no início. Basta fazer as coisas com calma, e respeitando tanto o bicho quanto seu filho, para que ela dê muito certo
Tudo o que é novo causa um certo estranhamento e pede adaptação. Quando uma criança e um bicho de estimação se conhecem é assim também. Se o pet já vive na casa e o novato será o bebê, o cuidado deve ser para que o animal não se sinta deixado de lado. Seu filho será prioridade, claro, mas não dá para querer que o cachorro ou o gato que reinava absoluto entenda de uma hora para outra que perdeu o trono e não vai poder mais circular livremente ou ter toda a atenção da casa.
O ideal é o animal já ser socializado, que é bem diferente do adestramento: significa que ele foi acostumado com pessoas e convive pacificamente com elas. Isso é feito desde os primeiros meses do filhote com a ajuda de veterinários e especialistas em animais. O processo também pode ser feito com bichos adultos, mas será mais longo e complexo.
Feito isso, acostume seu pet com as mudanças antes do nascimento: vá reduzindo aos poucos o acesso aos cômodos em que ele não poderá entrar. Mas não exagere. Os especialistas alertam que não é necessário deixar o bicho só no quintal ou preso na lavanderia. É até bom que ele tenha contato com o bebê logo. Deixe fraldas de pano com cheiro do recém-nascido perto deles e permita que o cão ou o gato cheire o pezinho, fique por perto durante o banho de sol. E já prepare a câmera fotográfica: além desse contato ser ótimo para eles se conhecerem, vai render imagens incríveis.
Mais tarde, ou se o filhote chegar depois dos filhos, será a vez de educar a criança. Ensine a não mexer na boca, patas, rabo e orelha, pois isso pode irritar ou machucar o animal. O carinho é mais bem-aceito se for feito do pescoço para baixo, de leve, e um adulto deve ficar sempre por perto. É preciso ter cuidado, mas nada de medo! Se você ficar muito apreensivo, seu filho vai perceber, o bicho também e aí está criada a tensão.
Em se tratando de cachorros, quem trabalha com animais afirma que, se o cão não tiver problemas de comportamento, é raro que ele morda alguém da família. Os gatos são menos tolerantes, até por terem sido domesticados muitos anos depois dos cães. Para evitar os temidos arranhões, basta ensinar a respeitar os limites do bichano e ficar sempre por perto.
Caso ocorra algo desse tipo, com o seu bicho ou com o de outra pessoa, além dos cuidados com o ferimento vai ser preciso trabalhar o contato entre seu filho e um animal novamente. Assim o incidente não se transforma em um trauma. Se a mordida ou o arranhão foi fruto de uma brincadeira mais brusca, explique à criança e faça a reaproximação aos poucos, respeitando os limites de seu filho. Se foi uma agressão mesmo, avalie: a criança provocou ou foi um ato gratuito do bicho? Aí decida se a chamada por mau comportamento deve ir para o seu filho ou para o pet.
3 dicas do Encantador de Cães Ver Cesar Millan lidar com cachorros superproblemáticos em seu programa no canal a cabo Animal Planet impressiona. Afinal, como é que ele sabe tudo aquilo? Em entrevista à CRESCER, O Encantador de Cães disse que seu trabalho é mesmo coisa de especialista, mas que se as pessoas pararem de tratar os cães como gente já é um bom começo. Veja três dicas dele para um bom convívio entre a sua família e o seu pet:
1. O cachorro entende quem mora na casa como uma matilha e precisa de hierarquia e de um líder, que deve ser um adulto. Ele adora carinho, mas também precisa receber ordens para ser um animal equilibrado.
2. Com a chegada de um bebê, o cão pode sentir que perdeu o seu lugar na casa. Evite isso fazendo com que ele associe a presença do seu filho com algo agradável. Ofereça petiscos sempre que trouxer o bebê para perto dele, por exemplo.
3. Dá para perceber se um cachorro está irritado e pode atacar pela sua postura: ele fica parado, atento e com as orelhas em pé. Observar essas reações pode evitar uma mordida. Mas um cão sociável só morde em último caso.



Bicho não é brinquedo!
Seu filho, como quase todas as crianças, pediu um animal de estimação. Antes de dizer sim, informe-se sobre as espécies e lembre-se que você será responsável por ele
Aquela cara que seu filho faz toda vez que vê um cachorro está cortando o seu coração ou mesmo acabando com a sua paciência. Quase todo pai e mãe passa por essa situação, mas ela não pode ser resolvida de uma hora para outra. Cuidar de um animal é uma decisão que envolve muita responsabilidade. Veja se é o momento certo para sua família acolher um novo integrante, porque, apesar de o pedido vir da criança, serão os pais os responsáveis pelo bem-estar do pet até o fim da vida. E isso não é pouco tempo: os cães vivem, em média, 12 anos, e os gatos, 18. A infância vai passar e o interesse pelo pet pode diminuir.
E é como ter filho mesmo, não vale se arrepender depois. Uma das piores atitudes que alguém pode ter com um bicho é abandoná-lo e, infelizmente, isso não é raro nas grandes cidades. O Centro de Zoonoses de São Paulo recebe cerca de 30 pedidos de retirada de cães das ruas todos os dias.
A primeira condição para ter um animal é que todos da casa estejam de acordo e dispostos a cuidar do bicho. Converse com o seu filho e explique que se trata de um ser vivo e que precisa de atenção, carinho e cuidados com alimentação e saúde.
Depois, busque informações para escolher uma espécie e raça que se encaixe melhor no seu estilo de vida. Pode não ser o mais fofo ou aquele pelo qual seu filho se apaixonou. É preciso levar em conta seu tempo para cuidar dele, o espaço e a rotina da casa, além da idade e do comportamento de seus filhos. Outra dica é conhecer as opções para adoção. Além dos filhotes, dá para adotar animais adultos, dos quais já se sabe o tamanho e temperamento. Ah! E é preciso levar em conta também os gastos que terá com o bicho.

O que eu faço agora?
Há situações em que, por mais que você não queira, terá de tomar uma atitude que não é legal. Uma mudança de casa para um espaço menor ou para outro país (a Austrália, por exemplo, tem leis super-rígidas para a entrada de animais) pode lhe obrigar a se desfazer do bicho. Nesse caso, tente doar o pet para um familiar ou amigo que você possa visitar. Assim você diminui o sofrimento do seu filho e do bicho. Só se não tiver mesmo alternativa, procure uma ONG que possa abrigá-lo.
Outra situação difícil diz respeito aos filhotes do seu animal. Mesmo com a castração sendo indicada para todo bicho doméstico, muita gente quer que seu pet se reproduza. Ou isso acaba acontecendo, em especial com gatas fujonas. Dificilmente você vai ficar com os filhotes, então explique a seu filho desde o início que sua casa não pode abrigar todos os bichos.
A criança pode não entender tudo no começo, mas, se você der o exemplo, ela irá aprender devagar a cuidar do animal e a entender as situações. Aos poucos, o bicho vai passar a ser um novo membro da família e aquele amigo com que seu filho sempre irá contar.

Além dos latidos e miados
Quando cão e gato não cabem na família, pode ser que tenha espaço para um outro bicho
De verdade mesmo, só cachorros e gatos são animais considerados domesticados, e aptos para serem bichos de estimação. Seja por questões racionais, como tempo e dinheiro, ou mesmo gosto – o que seria do verde se todos gostassem do amarelo? – muitas crianças e adultos preferem doar seu amor a outras espécies.
Existem animais silvestres e exóticos aos montes nos pet shops, embora alguns veterinários sejam contra a comercialização. O argumento é que o hábitat natural desses bichos é totalmente diferente do que se tem dentro de casa. Segundo o Ibama, animais silvestres e exóticos legais são nascidos em criadouro comercial autorizado pelo órgão. Eles devem possuir marcação individual (um anel no pé, com inscrição própria), nota fiscal do criadouro ou da loja de animais e instruções sobre os cuidados básicos.
Se você decidir por um bicho assim, observe a documentação, deles e das lojas, e as condições de saúde de cada um. Saiba um pouco mais sobre cada espécie:


• Roedores: são os coelhos, hamsters, chinchilas e porquinhos-da-índia. Dóceis e tranquilos, têm hábitos noturnos e são ideais a partir de 4 anos.
Vantagem: o gasto é baixo e só é preciso limpar a gaiola, alimentar e mantê-lo em local arejado. 
Desvantagem: eles não são o tipo de bicho fácil de acariciar ou de pegar no colo.

• Peixes: indicados para crianças a partir dos 3 anos, não exigem muito espaço e atenção. Os solitários, como o Beta, dão menos trabalho, mas, em geral, aquários maiores demandam menos cuidados semanais.
Vantagem: um aquário não faz muito barulho. Não tem vizinho que vá reclamar. 
Desvantagem: um leve descuido com a água, com a comida ou mesmo um peixe que não combine com os outros pode arruinar um aquário inteiro.


• Furões também chamados de ferrets, eles parecem roedores mas são pequenos mamíferos carnívoros que se adaptam bem aos horários do dono.
Vantagem: são bem ativos e engraçados, as crianças vão adorar vê-los brincar nos túneis e brinquedos especiais que existem para furões. 
Desvantagem: não dá para deixá-los soltos. Curiosos, podem entrar no forro do sofá ou em uma gaveta e passar mal ou mesmo morrer até alguém achá-los.

• Pássaros: você precisará de um viveiro ou gaiola específica para aves. A alimentação é simples, composta de rações, sementes e frutas. O metabolismo dos pássaros é muito rápido. Então, deixe sempre comida e água limpa e abundante disponíveis.
Vantagem: eles não demandam muito tempo e podem conviver com recém-nascidos sem problemas. 
Desvantagem: embora não pareça, fazem bastante sujeira com as penas e o alpiste que caem da gaiola.


E quando Não cabe um pet na família?
Depois de ler toda esta matéria e pensar muito bem, você percebeu que não tem condições de ter um animal doméstico agora. A parte mais difícil será contar para o seu filho, que vai pedir, implorar, se oferecer para cuidar dele direitinho e, sim, sofrer uma decepção. Essa pode ser uma ótima oportunidade de mostrar que nem sempre conseguimos aquilo que queremos. A frustração faz parte do desenvolvimento infantil. E os pais também precisam entender que, às vezes, é necessário e benéfico dizer não. Escute o seu filho e entenda o desejo dele de ter um bicho em casa. Depois, explique, em palavras claras, que esse não é o momento e os porquês. Ele vai ficar triste, ou mesmo bravo, mas se você for firme e conversar abertamente, vai entender que faz parte dos limites que os pais precisam colocar.







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