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Resenha do livro: POSTMAN, Neil. O Desaparecimento da Infância.

Resenha do livro: POSTMAN, Neil. O Desaparecimento da Infância. Tradução: Suzana Menescal de A. Carvalho e José Laurenio de Melo. Rio d...

A Magia de cada dia...



Se transformar coisas é considerado magia, pode se dizer que sou uma bruxinha do artesanato.
Adoro reciclar e inventar moda. Hoje venho dividir com vocês o passo a passo de velas feitas na latinha de atum. Ficou um charme. Aproveitem...




As velas possuem um magnetismo e um simbolismo muito especial. Associado a este lado esotérico, a essência das velas é igualmente importante para criar reacções positivas ao nosso organismo.
As velas adquirem uma importância especial no nosso quotidiano. Antes relacionadas com práticas de bruxaria, ou com acontecimentos religiosos, as velas foram ao longo do tempo conquistando um lugar de especial destaque na decoração do lar.  Para presentear neste natal, é muito interessante você mesmo fazer suas velas  e oferecer aos amigos, além de sair mais em conta. Na confecção de velas você pode trabalhar com a terapia de cores e a aromaterapia. Abaixo seguem o significado das cores e aromas.
Cores:
A Cromoterapia é uma ciência que usa a cor para estabelecer o equilíbrio e a harmonia do corpo, da mente e das emoções.
VERMELHO 
Ativador da circulação e sistema nervoso (não utilizado)
ROSA FORTE  
Age como desobstruidor e cauterizador das veias, vasos e artérias e eliminador de impurezas no sangue
ROSA  
ATIVADOR, acelerador e eliminador de impurezas do sangue
LARANJA
Energizador e eliminador de gorduras em áreas localizadas
AMARELO FORTE 
Fortificante do corpo, age em tecidos internos
AMARELO  
Reativador, desintegrador de cálculos, purificador do sistema e útil para a pele
VERDE FORTE  
Anti-infeccioso, anti-séptico e regenerador
VERDE  
Energia de limpeza, vaso-dilatador e relaxante dos nervos
AZUL FORTE  
Lubrificante das juntas e articulações
AZUL  
Sedativo, analgésico, regenerador celular dos músculos, nervos, pele e aparelho circulatório
ÍNDIGO  
Anestésico, coagulante e purificador da corrente sanguínea. Limpa as correntes psíquicas
VIOLETA  
Sedativo dos nervos motores e sistema linfático, cauterizador das infecções e inflamações


Aromaterapia:

ALECRIM Estimulante, aumenta a disposição e a auto confiança e melhora o humor.

 ALFAZEMA Estimula o sistema nervoso e age sobre as emoções, deixando a pessoa mais calma.


ALMÍSCAR Ligado a sexualidade, é ideal para ser usado durante o amor.


BENJOIM Favorece as atividades intelectuais e também age sobre os pulmões como expectorante.


EUCALIPTO Favorece as funções pulmonares e elimina tensões. 




JASMIM Relacionado aos órgãos sexuais, ótimo para ser usado nos momentos de intimidade. 


LAVANDA Tonificante do sistema nervoso, é eficiente também contra moléstias dos pulmões e do aparelho genital. 


MAÇà  Ótimo para  pessoas que fazem trabalhos intelectuais, pois clareia as idéias e melhora a memória e o raciocínio.

 MIRRA Além de servir para eliminar as energias negativas do ambiente, é um importante auxiliar nos tratamentos de inflamações. 

 PATCHOULI Tonificante, auxilia na cura de doenças provocadas por inflamações e infecções.

          

 ROSA Atua sobre o fígado e o aparelho circulatório e também é indicado para pessoas com problemas de pressão baixa, insônia e dores de cabeça. 

                

SÂNDALO Favorece o desenvolvimento da espiritualidade e aumenta a resistência física. 

          

VERBENA  Melhora  a voz, atua diretamente sobre a garganta .É excelente contra gripes e resfriados.

           


VIOLETA Diminui a agressividade e atua como expectorante.

Essência de Canela: auxilia a controlar a agressividade, assim como modera o apetite da pessoa. Ideal para todos aqueles que têm uma actividade relacionada com o lado espiritual da vida.

Essência de Rosa: este aroma proporciona uma enorme calma e harmonia a todo o ambiente onde a vela for colocada. A todos aqueles que são especialistas ou estudiosos do plano esotérico, este é o aroma indicado de velas.

Essência de Lavanda: Útil para o estímulo da criatividade, da imaginação e do lado sensível das coisas. Ideal para as pessoas que ainda estão a estudar, esta vela com essência de lavanda é aconselhada a todos aqueles que estão na área do ensino ou arte.

Essência de Menta: Permite-lhe encontrar de uma forma mais clara o seu verdadeiro "eu". Muito aconselhada para a depressão, fadiga, cansaço ou qualquer forma de stress. Um aroma que possibilita a regeneração do indivíduo.

Essência de Violeta: Excelente para garantir a sua saúde física. Ideal para elevar a auto estima e implementar sentimentos de confiança e segurança. Promove um equilíbrio na vida emocional da pessoa, e afasta os fluídos negativos do ambiente e do indivíduo.

Essência de Alecrim: Excelente para trazer a paz necessária, quando se pretende esquecer experiências amorosas negativas. Combate o cansaço, auxilia a concentração e é indicada para se encontrar o caminho para o amor espiritual.

Essência de Cravo: Afasta o medo, a insegurança, auxiliando a capacidade física. Ideal para promover a auto estima, a essência de cravo está especialmente indicada para todos os praticantes de ioga ou de meditação.
Estava em casa e quando me deparei com estas latinhas de atum, tive a idéia de fazer velas dentro delas. E ficou muito charmoso.




Velas artesanais feitas por mim

Colher de pau;


Parafina granulada (1 kg rende + ou menos 12 velas);
Anilina para velas na cor desejada / Giz de cera ;


Pavio com ilhós;
Essência para velas;
papel crepom, ou o que você tiver para embrulhar e enfeitar sua vela
Fitas;


Pregador para pavio;


Passo a passo:
Derreta a parafina, a panela Agata em banho maria. Acrescente o corante para velas, caso você não tenha, como alternativa utilize giz de cera (aqueles escolares mesmo) raspe um pouco e misture até dissolver e formar a cor que você desejar. A parafina tem uma capacidade limitada de absorção de essência, quando colocada em excesso é formada na base da vela uma camada oleosa e com falhas. Para se ter uma vela bem cheirosa utilize essências bem concentradas e de boa qualidade (não quantidade).
Acrescente a essência para velas, que deve ser adicionada à parafina derretida com a temperatura em torno de 75ºC, ou seja, a parafina precisa esfriar um pouco depois que derreter. Acima dessa temperatura, a essência vai evaporar e, abaixo, a parafina já estará em processo de solidificação.
    A proporção adequada é de 3 a 5% da quantidade de parafina, ou seja, para cada quilo adicione 30 a 50 ml de essência para cada quilo de parafina.
Não precisa furar a latinha para passar o pavil, é só colocar um pouco de parafina no fundo da lata e prender  o pavil com ilhós no pregador. Caso você não tenha o pregador (suporte) para velas pode utilizar neste caso pregador de roupa, já que a vela é pequena.



Outra sugestão é colocar canela em pau ou cravos ao derreter a parafina, é uma forma alternativa e mais barata de perfumar a vela. Mãos a obra.

Obs: Se você quiser vender preço sugerido: 5,00 reais capriche na embalagem, isso valoriza seu trabalho. 
Outra sugestão é fazer um cachepó de pregadores que pode ser usado como potinho ou vasinho também, idéia vista no blog;http://www.escritoriodearterio.com.br/blog/?p=1658
muito legal.









Música antibiotico Social: A cura para alma

Você já parou para pensar nos efeitos da música na nossa vida vida?

A humanidade se transforma e se expressa em diversas linguagens como na arte, filosofia e na literatura.Mas de todas estas linguagens a que tem maior alcance é a música. Ela está em todos os lugares... nos bares, nas igrejas, nas ruas, nas casas, nos palacetes, nos morros... agora nos hospitais, clínicas, escolas. 
Através da música podemos já comprovadamente por renomados cientistas curar doenças, transformar realidades.Juntamente ao letramento deveríamos alfabetizar musicalmente a todas as crianças.Quando o ser humano cresce em sintonia com a música ele dificilmente se sentira só. Dificilmente ele fará uso de drogas. 
A música também nos ensina a esperar, a calar, a ouvir. Aguardar o momento certo para cada coisa.Faça uma experiência, assista ao vídeo abaixo com os olhos fechados e apenas sinta a música.Esta maravilha, remédio da alma.... "antibiótico social".


Abaixo segue uma breve pesquisa sobre a história da música e seus principais períodos.



A música na antiguidade :(De? - Até c. 1610)
A música no ocidente, assim como as mais diversas manifestações artísticas, tem sua origem na Grécia e Roma antigas.

Grécia – Grande parte da terminologia musical, dos modos musicais e dos tipos de temperamento (afinação) das escalas originam-se na teoria musical grega.
No século VI a.C. Pitágoras demonstra proporções intervalares, numéricas, na formação das escalas musicais. São bases severas para evitar o subjetivismo incontrolável. A essa posição se opõe Aristogenos de Tarento, para quem a base de uma teoria musical não é numérica e sim a experiência auditiva.
Os gregos desenvolvem vasta teoria e produção musical ligadas às festividades e ao teatro . Uma parte dessas composições é recuperada graças a notação musical baseada no alfabeto, como os Fragmentos de Eurípedes e a Canção de Seikilos.
VERSÃO  ATUAL (TRANSCRITA) DA CANÇÃO DE SEIKILOS.
Vivaldi

L. V. Beethoven, R. Schumann, F. Liszt, R. Wagner, F. Schubert, G. Verdi, J. Brahms, P. Tchaikovsky, F. Chopin,







A música em Roma – Escravos romanos oriundos da Grécia e cercanias difundem a tradição musical grega e tornam-se figuras centrais da música romana, presente em exibições de lutas e espetáculos em anfiteatros.
Os romanos recompilam, nos séculos II e IV a.C., a teoria musical grega. Destacam-se Euclides de Alexandria (século III a.C.), Plutarco (século I a.C.) e Boécio, que no ano 500 d.C. traça as bases da teoria musical da Idade Média latina.



A música na Idade Média:

Na idade média a música era muda, isto é, não existia conceito de tonalidade. 
Só mais tarde, no séc. IX, apareceu a polifonia – música para várias vozes em simultâneo. Ainda nesta etapa,séc. IX – XIV, começa-se a atribuir nomes às notas musicais. Desenvolve-se o “Cantochão“, conhecido também por “Canto Gregoriano“, que se caracteriza por ser um conjunto de melodias cantadas, sem acompanhamento musical, muito usadas nas missas, tendo-se tornado, naquela altura, música oficial da Igreja Católica Romana. Para além disto, surge a chamada “notação neumática“, uma espécie de escrita musical, que servia apenas como auxiliar de memória. A Idade Média é considerada a época dos trovadores, poetas-compositores de música trovadoresca, nomeadamente a “cantiga de amigo”, acompanhada pelo alaúde. No século XI surge a pauta e, no final do século XII aparece a notação rítmica ou escrita musical. De entre os vários compositores destaca-se Francesco Landini, Guillaume Machaut e Martin Codax. No que concerne aos instrumentos, salienta-se o órgão, a flauta, a harpa, a trombeta e o alaúde.


A música Renascentista:
Nos séculos XV e XVI a música vocal polifônica passa a conviver com a música instrumental nascente. Destacam-se a polifonia franco-flamenga (França e região de Flandres parte da Holanda e Bélgica atuais), a polifonia da escola romana e a música dos madrigalistas italianos.

Polifonia Franco-Flamenga:
Herdeira direta da polifonia da Ars Nova, a música da França e região de Flandres realiza profundas mudanças na linguagem polifônica.
As vozes deixam de ser heterogêneas (sonoridades mistas resultantes de textos diferentes simultâneos) e entrecortadas, tornando-se alargadas e homogêneas. A rítmica extremada cede lugar à naturalidade das linhas melódicas, não submetidas às proporções matemáticas da Ars Nova.
O moteto dá lugar à canção, ao madrigal e à missa

Primeira geração:
– Destacam-se Gilles Binchois (1400-1460) e Guillaume Dufay (1400-1474), que, tendo participado por nove anos do coro da capela papal em Bolonha, acrescenta à polifonia a sinuosidade das melodias italianas.

Segunda geração:
– É marcada pela música de Johannes Ockeghem, com quem a polifonia, de no máximo quatro vozes, é ampliada até 36 vozes simultâneas, caracterizadas por fluxo contínuo, ritmo brando e complexo.
Johannes Ockeghem (1420-1491) nasce em Termonde, na região de Flandres Oriental, e estuda com o mestre polifonista Binchois. Em 1452, torna-se mestre-capela dos reis da França, em Paris, e tesoureiro da Abadia de Saint Martin de Tours, em 1459. Dele foram conservadas 17 missas, sete motetos e 22 canções e o primeiro réquiem polifônico conhecido.

Terceira geração:
– Destaca-se Josquin des Près, que volta a empregar conduções vocais em movimentos paralelos, com uma melodia marcada por rítmica mais uniforme. Os motetos são retomados, com um forte simbolismo musical que realça o conteúdo expressivo das obras. É dessa época também o surgimento dos primeiros editores de música: Veneza (1501) e Paris (1527).

Quarta e quinta gerações:
– É representada por Adrian Willaert (1480-1562), discípulo de Josquin, e por Orlando di Lasso (1532-1594), compositor de 70 missas, 100 magnificats e mais de 200 madrigais, entre outras obras.

Escola Romana:
No século XVI, em Roma, um grupo de compositores faz música predominantemente religiosa, fundindo elementos da escola franco-flamenga com a riqueza das melodias italianas.
A escola romana retoma o canto gregoriano na composição polifônica, atendendo às exigências da Contra-Reforma.
Seu principal representante é Giovanni Pierluigi da Palestrina (1525-1594), cuja obra é modelo para as escolas posteriores. A independência entre as vozes melódicas, o equilíbrio harmônico (nenhuma voz sobressai a outra) e a melodia agradável são ressaltados nos tratados de Berardi, no século XVII, e de Fux, já no século XVIII.

Madrigalistas Italianos:
Do século XVI ao XVII, impera na Itália o madrigal, a conjunção perfeita entre música e texto. O madrigal é herdeiro direto das chansons francesas, que já possuem caráter descritivo, como o canto de pássaros, os gritos de pregão nas ruas, a narração de batalhas. Baseia-se na prática polifônica e na homofonia nascente, além da monodia medieval. A música, inspirada pelo texto, é fortemente descritiva.
Certos recursos sonoros são utilizados em situações determinadas: movimentos cromáticos se associam à tristeza, um intervalo de quarta ou quinta descendente corresponde ao choro etc. Por seu caráter dramático, o madrigal é o elo de ligação entre a música modal medieval e renascentista e a música tonal do barroco, classicismo e romantismo. Seus principais compositores são Luca Marenzio (1554-1599), A. Gabrieli (1510-1586), Carlo Gesualdo di Venosa (1560-1613) e Cláudio Monteverdi (1567-1643).

A palavra Barroco é provavelmente de origem portuguesa, significando pérola ou jóia no formato irregular. De início era usada para designar o estilo de arquitetura e da arte do século XVII, caracterizado pelo excesso de ornamentos. Mais tarde, o termo passou a ser empregado pelos músicos para indicar o período da história da música que vai do aparecimento da ópera e do oratório até a morte de J. S. Bach. A música barroca é geralmente exuberante: ritmos enérgicos, melodias com muitos ornamentos, contrastes de timbres instrumentais e de sonoridades fortes com suaves. 

MÚSICA VOCAL: “Orfeu”, do compositor Montiverdi (1567-1643) escrita no ano de 1607, é a primeira grande ópera. Ópera é uma peça teatral em que os papéis são cantados ao invés de falados. A ópera de Montiverdi possuía uma orquestra formada por 40 instrumentos variados, inclusive com violinos, que começavam a tomar o lugar das violas. Alessandro Scarlatti (1660-1725) foi o mais popular compositor italiano de óperas. Na França os principais compositores de óperas foram Lully (1632-1687) e Rameau (1683-1764). Nascido na mesma época da ópera, o género Oratório é outra importante forma de música vocal barroca. O oratório é um tipo de ópera com histórias tiradas da Bíblia. Com o passar do tempo os oratórios deixaram de ser representados e passaram a ser apenas cantados. Os mais famosos oratórios são os do compositor alemão Haendel (1685-1759), do início do século XVIII: Israel no Egipto, Sansão e o famoso Messias. As Cantatas são oratórios em miniaturas e eram apresentados nas missas. 

MÚSICA INSTRUMENTAL: Durante o período barroco, a música instrumental passou a ter importância igual à da música vocal. A orquestra passou a tomar forma. No início a palavra ‘orquestra’ era usada para designar um conjunto formado ao acaso, com os instrumentos disponíveis no momento. Mas no século XVII, o aperfeiçoamento dos instrumentos de cordas, principalmente os violinos, fez com que a secção de cordas se tornasse uma unidade independente. Os violinos passaram a ser o centro da orquestra, ao qual os compositores acrescentavam outros instrumentos: flautas, fagotes, trompas, trompetes e tímpanos. Um traço constante nas orquestras barrocas, porém, era a presença do cravo ou órgão como contínuo, fazendo o baixo e preenchendo a harmonia. Novas formas de composição foram criadas, como a fuga, a sonata, a suite e o concerto. 
Principais Compositores Barrocos: A. Corelli (1653 – 1713), A. Scarlatti (1660 – 1755), A. Vivaldi (1678 – 1741), D. Scarlatti (1685 – 1757), J. S. Bach (1685 – 1750), G. F. Haendel (1685 – 1759).

O Clássico: (1740 a 1800):
Os excessos do barroco são cortados em prol de uma volta ao estilo refinado e, porque não dizer, frívolo.São criadas as formas musicais modernas - sonata, sinfonia e concerto solo.  Surgem os primeiros compositores livres, dos quais o primeiro representante é Mozart.
Principais referências:

W.A. Mozart,
J. Haydn

O Romantismo:(1800 a 1912)
Influenciado pela Revolução Francesa e pelas formas de estado dela decorrente, o Romantismo caracteriza-se pela individualidade e expressão das emoções, sem maiores preocupações com a forma musical. Surge o nacionalismo musical: os compositores tentam expressar a música de sua pátria, mas adaptando-a ao gosto europeu.Principais representantes:
  • Música moderna e contemporânea: De 1912 até os dias atuais.
  • Romantismo tardio (G. Mahler, Richard Strauss, Hans Pfziner)
  • Expressionismo (A. Schonberg, Alban Berg, Anton Webern, conhecidos como "Segunda Escola de Viena")
  • Música como instrumento de divulgação política, em especial após a revolução russa; (S. Prokofieff)
  • Controle estatal sobre os compositores na Alemanha nazista e na União Soviética (Dmitri Shostakovich, por exemplo, sempre andou na corda bamba do regime stalinista)
  • Nacionalismo exacerbado (Bela Bartók, húngaro, teve suas obras banidas pelo regime nazista)
  • Neoclacissismo (Stravisnky, o "Grupo dos Seis", formado por compositores franceses)
  • Música Dodecafônica (Segunda Escola de Viena)
  • Música Eletrônica e Concreta (Pierre Henry e Pierre Concreil, Karlhainz Stokhausen, Pierre Boulez)
  • Música pop (John Lennon, Paul McCartney) 

  • Música minimalista (Phillip Glass, Henryk Gorécky, Morton Feldmann)

Fontes:

musica antibiotico social

Você já parou para pensar nos efeitos da música na nossa vida vida?


A humanidade se transforma e se expressa em diversas linguagens como na arte, filosofia e na literatura.Mas de todas estas linguagens a que tem maior alcance é a música. Ela está em todos os lugares... nos bares, nas igrejas, nas ruas, nas casas, nos palacetes, nos morros... agora nos hospitais, clínicas, escolas. 
Através da música podemos já comprovadamente por renomados cientistas curar doenças, transformar realidades.Juntamente ao letramento deveríamos alfabetizar musicalmente a todas as crianças.Quando o ser humano cresce em sintonia com a música ele dificilmente se sentira só. Dificilmente ele fará uso de drogas. 
A música também nos ensina a esperar, a calar, a ouvir. Aguardar o momento certo para cada coisa.Faça uma experiência, assista ao vídeo abaixo com os olhos fechados e apenas sinta a música.Esta maravilha, remédio da alma.... "antibiótico social".




Abaixo segue uma breve pesquisa sobre a história da música e seus principais períodos.
Espero que gostem.
Danúbia Rocha








A música na antiguidade :(De? - Até c. 1610)
A música no ocidente, assim como as mais diversas manifestações artísticas, tem sua origem na Grécia e Roma antigas.


Grécia – Grande parte da terminologia musical, dos modos musicais e dos tipos de temperamento (afinação) das escalas originam-se na teoria musical grega.
No século VI a.C. Pitágoras demonstra proporções intervalares, numéricas, na formação das escalas musicais. São bases severas para evitar o subjetivismo incontrolável. A essa posição se opõe Aristogenos de Tarento, para quem a base de uma teoria musical não é numérica e sim a experiência auditiva.
Os gregos desenvolvem vasta teoria e produção musical ligadas às festividades e ao teatro . Uma parte dessas composições é recuperada graças a notação musical baseada no alfabeto, como os Fragmentos de Eurípedes e a Canção de Seikilos.


VERSÃO  ATUAL (TRANSCRITA) DA CANÇÃO DE SEIKILOS.





























A música em Roma – Escravos romanos oriundos da Grécia e cercanias difundem a tradição musical grega e tornam-se figuras centrais da música romana, presente em exibições de lutas e espetáculos em anfiteatros.
Os romanos recompilam, nos séculos II e IV a.C., a teoria musical grega. Destacam-se Euclides de Alexandria (século III a.C.), Plutarco (século I a.C.) e Boécio, que no ano 500 d.C. traça as bases da teoria musical da Idade Média latina.






A música na Idade Média:
Na idade média a música era muda, isto é, não existia conceito de tonalidade. 
Só mais tarde, no séc. IX, apareceu a polifonia – música para várias vozes em simultâneo. Ainda nesta etapa,séc. IX – XIV, começa-se a atribuir nomes às notas musicais. Desenvolve-se o “Cantochão“, conhecido também por “Canto Gregoriano“, que se caracteriza por ser um conjunto de melodias cantadas, sem acompanhamento musical, muito usadas nas missas, tendo-se tornado, naquela altura, música oficial da Igreja Católica Romana. Para além disto, surge a chamada “notação neumática“, uma espécie de escrita musical, que servia apenas como auxiliar de memória. A Idade Média é considerada a época dos trovadores, poetas-compositores de música trovadoresca, nomeadamente a “cantiga de amigo”, acompanhada pelo alaúde. No século XI surge a pauta e, no final do século XII aparece a notação rítmica ou escrita musical. De entre os vários compositores destaca-se Francesco Landini, Guillaume Machaut e Martin Codax. No que concerne aos instrumentos, salienta-se o órgão, a flauta, a 
harpa, a trombeta e o alaúde.






A música Renascentista:
Nos séculos XV e XVI a música vocal polifônica passa a conviver com a música instrumental nascente. Destacam-se a polifonia franco-flamenga (França e região de Flandres parte da Holanda e Bélgica atuais), a polifonia da escola romana e a música dos madrigalistas italianos.


Polifonia Franco-Flamenga:
Herdeira direta da polifonia da Ars Nova, a música da França e região de Flandres realiza profundas mudanças na linguagem polifônica.
As vozes deixam de ser heterogêneas (sonoridades mistas resultantes de textos diferentes simultâneos) e entrecortadas, tornando-se alargadas e homogêneas. A rítmica extremada cede lugar à naturalidade das linhas melódicas, não submetidas às proporções matemáticas da Ars Nova.
O moteto dá lugar à canção, ao madrigal e à missa


Primeira geração:
– Destacam-se Gilles Binchois (1400-1460) e Guillaume Dufay (1400-1474), que, tendo participado por nove anos do coro da capela papal em Bolonha, acrescenta à polifonia a sinuosidade das melodias italianas.


Segunda geração:
– É marcada pela música de Johannes Ockeghem, com quem a polifonia, de no máximo quatro vozes, é ampliada até 36 vozes simultâneas, caracterizadas por fluxo contínuo, ritmo brando e complexo.
Johannes Ockeghem (1420-1491) nasce em Termonde, na região de Flandres Oriental, e estuda com o mestre polifonista Binchois. Em 1452, torna-se mestre-capela dos reis da França, em Paris, e tesoureiro da Abadia de Saint Martin de Tours, em 1459. Dele foram conservadas 17 missas, sete motetos e 22 canções e o primeiro réquiem polifônico conhecido.


Terceira geração:
– Destaca-se Josquin des Près, que volta a empregar conduções vocais em movimentos paralelos, com uma melodia marcada por rítmica mais uniforme. Os motetos são retomados, com um forte simbolismo musical que realça o conteúdo expressivo das obras. É dessa época também o surgimento dos primeiros editores de música: Veneza (1501) e Paris (1527).


Quarta e quinta gerações:
– É representada por Adrian Willaert (1480-1562), discípulo de Josquin, e por Orlando di Lasso (1532-1594), compositor de 70 missas, 100 magnificats e mais de 200 madrigais, entre outras obras.


Escola Romana:
No século XVI, em Roma, um grupo de compositores faz música predominantemente religiosa, fundindo elementos da escola franco-flamenga com a riqueza das melodias italianas.
A escola romana retoma o canto gregoriano na composição polifônica, atendendo às exigências da Contra-Reforma.
Seu principal representante é Giovanni Pierluigi da Palestrina (1525-1594), cuja obra é modelo para as escolas posteriores. A independência entre as vozes melódicas, o equilíbrio harmônico (nenhuma voz sobressai a outra) e a melodia agradável são ressaltados nos tratados de Berardi, no século XVII, e de Fux, já no século XVIII.


Madrigalistas Italianos:
Do século XVI ao XVII, impera na Itália o madrigal, a conjunção perfeita entre música e texto. O madrigal é herdeiro direto das chansons francesas, que já possuem caráter descritivo, como o canto de pássaros, os gritos de pregão nas ruas, a narração de batalhas. Baseia-se na prática polifônica e na homofonia nascente, além da monodia medieval. A música, inspirada pelo texto, é fortemente descritiva.
Certos recursos sonoros são utilizados em situações determinadas: movimentos cromáticos se associam à tristeza, um intervalo de quarta ou quinta descendente corresponde ao choro etc. Por seu caráter dramático, o madrigal é o elo de ligação entre a música modal medieval e renascentista e a música tonal do barroco, classicismo e romantismo. Seus principais compositores são Luca Marenzio (1554-1599), A. Gabrieli (1510-1586), Carlo Gesualdo di Venosa (1560-1613) e Cláudio Monteverdi (1567-1643).




Vivaldi

A palavra Barroco é provavelmente de origem portuguesa, significando pérola ou jóia no formato irregular. De início era usada para designar o estilo de arquitectura e da arte do século XVII, caracterizado pelo excesso de ornamentos. Mais tarde, o termo passou a ser empregado pelos músicos para indicar o período da história da música que vai do aparecimento da ópera e do oratório até a morte de J. S. Bach. A música barroca é geralmente exuberante: ritmos enérgicos, melodias com muitos ornamentos, contrastes de timbres instrumentais e de sonoridades fortes com suaves. 

MÚSICA VOCAL: “Orfeu”, do compositor Montiverdi (1567-1643) escrita no ano de 1607, é a primeira grande ópera. Ópera é uma peça teatral em que os papéis são cantados ao invés de falados. A ópera de Montiverdi possuía uma orquestra formada por 40 instrumentos variados, inclusive com violinos, que começavam a tomar o lugar das violas. Alessandro Scarlatti (1660-1725) foi o mais popular compositor italiano de óperas. Na França os principais compositores de óperas foram Lully (1632-1687) e Rameau (1683-1764). Nascido na mesma época da ópera, o género Oratório é outra importante forma de música vocal barroca. O oratório é um tipo de ópera com histórias tiradas da Bíblia. Com o passar do tempo os oratórios deixaram de ser representados e passaram a ser apenas cantados. Os mais famosos oratórios são os do compositor alemão Haendel (1685-1759), do início do século XVIII: Israel no Egipto, Sansão e o famoso Messias. As Cantatas são oratórios em miniaturas e eram apresentados nas missas. 

MÚSICA INSTRUMENTAL: Durante o período barroco, a música instrumental passou a ter importância igual à da música vocal. A orquestra passou a tomar forma. No início a palavra ‘orquestra’ era usada para designar um conjunto formado ao acaso, com os instrumentos disponíveis no momento. Mas no século XVII, o aperfeiçoamento dos instrumentos de cordas, principalmente os violinos, fez com que a secção de cordas se tornasse uma unidade independente. Os violinos passaram a ser o centro da orquestra, ao qual os compositores acrescentavam outros instrumentos: flautas, fagotes, trompas, trompetes e tímpanos. Um traço constante nas orquestras barrocas, porém, era a presença do cravo ou órgão como contínuo, fazendo o baixo e preenchendo a harmonia. Novas formas de composição foram criadas, como a fuga, a sonata, a suite e o concerto. Principais Compositores Barrocos: A. Corelli (1653 – 1713), A. Scarlatti (1660 – 1755), A. Vivaldi (1678 – 1741), D. Scarlatti (1685 – 1757), J. S. Bach (1685 – 1750), G. F. Haendel (1685 – 1759).


O Clássico: (1740 a 1800):
Os excessos do barroco são cortados em prol de uma volta ao estilo refinado e, porque não dizer, frívolo.São criadas as formas musicais modernas - sonata, sinfonia e concerto solo.  Surgem os primeiros compositores livres, dos quais o primeiro representante é Mozart.
Principais referências:

W.A. Mozart,
J. Haydn


O Romantismo:(1800 a 1912)
Influenciado pela Revolução Francesa e pelas formas de estado dela decorrente, o Romantismo caracteriza-se pela individualidade e expressão das emoções, sem maiores preocupações com a forma musical. Surge o nacionalismo musical: os compositores tentam expressar a música de sua pátria, mas adaptando-a ao gosto europeu.Principais representantes:
L. V. Beethoven, R. Schumann, F. Liszt, R. Wagner, F. Schubert, G. Verdi, J. Brahms, P. Tchaikovsky, F. Chopin,

Música moderna e contemporânea: De 1912 até os dias atuais.
Romantismo tardio (G. Mahler, Richard Strauss, Hans Pfziner)
Expressionismo (A. Schonberg, Alban Berg, Anton Webern, conhecidos como "Segunda Escola de Viena")
Música como instrumento de divulgação política, em especial após a revolução russa; (S. Prokofieff)
Controle estatal sobre os compositores na Alemanha nazista e na União Soviética (Dmitri Shostakovich, por exemplo, sempre andou na corda bamba do regime stalinista)
Nacionalismo exacerbado (Bela Bartók, húngaro, teve suas obras banidas pelo regime nazista)
Neoclacissismo (Stravisnky, o "Grupo dos Seis", formado por compositores franceses)
Música Dodecafônica (Segunda Escola de Viena)
Música Eletrônica e Concreta (Pierre Henry e Pierre Concreil, Karlhainz Stokhausen, Pierre Boulez)
Música pop (John Lennon, Paul McCartney) 

Música minimalista (Phillip Glass, Henryk Gorécky, Morton Feldmann)


Fontes:
http://www.malhanga.com/musica/Linha%20do%20Tempo%20da%20Historia%20da%20Musica.html        
http://pt.shvoong.com/entertainment/music
http://harmoniacarlucha.blogspot.com/search/label/m%C3%BAsica%20no%20renascimento

A V.I.O.L.Ê.N.C.I.A COMO "BRINQUEDO"




Como a sociedade quer debater temas como violência sem falar de educação? Estou cansada de ver a mesma notícia se repetir; filhos agredindo pais, crianças se prostituindo, pai contratando matador para acabar com filho e etc.Os exemplos são muitos, mas sabemos que as pessoas estão sob efeito de um torpor que as impede de sentir as verdadeiras consequências de tudo.
Como em todos os anos de história que contam a trajetória "evolutiva" do ser humano, podemos observar que a única saída para o pesadelo dos dias atuais, é a educação e a reeducação do homem.Humanizar , alfabetizar o ser humano para que este,  leia na cartilha da vida, o respeito ao próximo a máxima das máximas.

Crescemos em um mundo violento. Muitas crianças na maternidade já vivem o abandono, a rejeição e os maus tratos dos pais. Muitas ações sociais tentam amenizar esta realidade, mas sem agir na causa esta doença social não será curada.N verdade, a sociedade "bate e machuca" para depois vir cuidar da "ferida", como se diz:
- Morde e depois Assopra.
Meu filho de sete anos me pediu um jogo de video game do Ben10, eu lhe dei o jogo. Após alguns dias fui perceber que em uma parte do jogo, os personagens tidos como "heróis" do  jogo, para ganhar pontos extras, tinham que quebrar carros nas ruas e tudo que viam pela frente.Um horror...puro vandalismo.Depois disso expliquei a ele que aquele tipo de coisa não seria legal, e que agente se acostuma com a violência.
Bem, procurei na internet uma solução para o cesso dele à internet de modo seguro e aí vai a dica;

Acesse o link: http://www.kidzui.com/download/windows e baixe este brawser para que seu filho possa através dele, acessar a internet só em sites infantis e conhecidos como seguros.É bem legal.Você pode cadastrar seu email depois que baixar e instalar para que você receba o relatório das atividades deles na internete. Muito bom, já estou usufruindo há meses.
Pode parecer exagero, mas nós educadores sabemos o quanto estes cuidados podem fazer a diferença na formação da criança. Devemos pensar nisso. Elas são o futuro.Me pergunto, se as pessoas que elaboram estes jogos, têm uma orientação pedagógica para tal.Pelo resultado observado, é sabido que não;
o que deveria ser exigido por lei, afinal, "violência não é brinquedo".
No mundo de hoje o ser humano não consegue distinguir com muita facilidade o real do virtual, isto pode ser muito perigoso.
Bem amigos, termino meu desabafo por aqui, deixando a reflexão para vocês.
Grande beijo e fiquem atentos.
Amar é cuidar,cuidar é educar e educar é esclarecer.

A V.I.O.L.Ê.N.C.I.A COMO "BRINQUEDO"




Como a sociedade quer debater temas como violência sem falar de educação? Estou cansada de ver a mesma notícia se repetir; filhos agredindo pais, crianças se prostituindo, pai contratando matador para acabar com filho e etc.Os exemplos são muitos, mas sabemos que as pessoas estão sob efeito de um torpor que as impede de sentir as verdadeiras consequências de tudo.
Como em todos os anos de história que contam a trajetória "evolutiva" do ser humano, podemos observar que a única saída para o pesadelo dos dias atuais, é a educação e a reeducação do homem.Humanizar , alfabetizar o ser humano para que este,  leia na cartilha da vida, o respeito ao próximo a máxima das máximas.

Crescemos em um mundo violento. Muitas crianças na maternidade já vivem o abandono, a rejeição e os maus tratos dos pais. Muitas ações sociais tentam amenizar esta realidade, mas sem agir na causa esta doença social não será curada.N verdade, a sociedade "bate e machuca" para depois vir cuidar da "ferida", como se diz:
- Morde e depois Assopra.
Meu filho de sete anos me pediu um jogo de video game do Ben10, eu lhe dei o jogo. Após alguns dias fui perceber que em uma parte do jogo, os personagens tidos como "heróis" do  jogo, para ganhar pontos extras, tinham que quebrar carros nas ruas e tudo que viam pela frente.Um horror...puro vandalismo.Depois disso expliquei a ele que aquele tipo de coisa não seria legal, e que agente se acostuma com a violência.
Bem, procurei na internet uma solução para o cesso dele à internet de modo seguro e aí vai a dica;

Acesse o link: http://www.kidzui.com/download/windows e baixe este brawser para que seu filho possa através dele, acessar a internet só em sites infantis e conhecidos como seguros.É bem legal.Você pode cadastrar seu email depois que baixar e instalar para que você receba o relatório das atividades deles na internete. Muito bom, já estou usufruindo há meses.
Pode parecer exagero, mas nós educadores sabemos o quanto estes cuidados podem fazer a diferença na formação da criança. Devemos pensar nisso. Elas são o futuro.Me pergunto, se as pessoas que elaboram estes jogos, têm uma orientação pedagógica para tal.Pelo resultado observado, é sabido que não;
o que deveria ser exigido por lei, afinal, "violência não é brinquedo".
No mundo de hoje o ser humano não consegue distinguir com muita facilidade o real do virtual, isto pode ser muito perigoso.
Bem amigos, termino meu desabafo por aqui, deixando a reflexão para vocês.
Grande beijo e fiquem atentos.
Amar é cuidar,cuidar é educar e educar é esclarecer.

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